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⁠A perda moderna da fé, que não diz respeito apenas a Deus e ao além, mas à própria realidade, torna a vida humana radicalmente transitória.

Por Byung-Chul Han

Comecei a seguir – uma gota num rio – a massa humana que, carregada de malas, afluía para a saída. Minha única bagagem era uma malona muito pesada – porque estava quase cheia de livros – que eu mesma levava com toda a força da minha juventude e da minha ansiosa expectativa.

Por Carmen Laforet

Jó, JÓ, 20:12, ´Ainda que o mal seja doce na sua boca, e ele o esconda debaixo da língua,

Por Jó, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 40:1, Depois o Senhor disse a Moisés:

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠No interior de Goiás, um dia o índio me perguntou: “Darcy, quem é que inventou o papel?” Eu tentei explicar como é que faz papel, com madeira e tal… Ele disse: não, não! Papé! Porque você tá ali vivendo, vem um com o papel é o dono.

Por Darcy Ribeiro

Pare de correr atrás das ondas. Deixe o mar chegar até você.

Por Elif Safak

Gênesis, GN, 50:1, Então José se lançou sobre o rosto de seu pai, chorou sobre ele e o beijou.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Atos, AT, 1:25, para preencher a vaga neste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou, indo para o seu próprio lugar.

Por Atos, Novo Testamento

Geralmente os homens escolhem a esposa pelas razões mais erradas: aparência, realizações, estilo, sucesso, dinheiro ou formação acadêmica. Devem procurar uma mulher com virtudes, força de caráter, excelência espiritual e piedade interna.

Por John MacArthur

Definiu César toda a figura da ambição quando disse aquelas palavras: "Antes o primeiro na aldeia do que o segundo em Roma!'' Eu não sou nada nem na aldeia nem em Roma nenhuma. Ao menos, o merceeiro da esquina é respeitado na Rua da Assunção até à Rua da Vitória; é o César de um quarteirão. Eu superior a ele? Em quê, se o nada não comporta superioridade, nem inferioridade, nem comparação? É César de todo um quarteirão e as mulheres gostam dele condignamente. E assim arrasto a fazer o que não quero, e a sonhar o que não posso ter, a minha vida (...), absurda como um reló- gio público parado Aquela sensibilidade tênue, mas firme, o sonho longo mas consciente (...) que forma no seu conjunto o meu privilégio de penumbra.

Por Bernardo Soares