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Nunca me dê o Céu...Quero é sonhar com ele na inquietação feliz do Purgatório.

Por Mario Quintana

Eu sou a garra e o rugido do leão Sou o terror do bicho papão Sou a luta e o suor da cabanagem Sou poesia, sou arte, sou aparelhagem

Por Gaby Amarantos

o arrozal lindo por cima do mundo no miolo da luz

Por Guimarães Rosa

Ela era feita de desejos ambiciosos. Do ouro do mundo, um pôr do sol lhe bastava. Buscava a riqueza do vendaval da liberdade. Queria deixar flores de herança para o mundo.

Por Edgard Abbehusen

– Essa sala é assustadora. (Soos) – Nem tanto quanto o histórico do Dipper na internet. (Mabel)

Por Gravity Falls

Hoje te parecem desoladas todas as avenidas. Podes senti-las em tuas roupas que cheiram ainda aos corredores que se lançavam apressados nos portões de partida. Tudo foi claro e tudo foi absurdo, como agora no poema, quando rimas e melancolia brotam ridículas, pretensamente belas como orquídeas desmedidas. Amanhã, porém, tudo estará limpo e seco e reto. Cicatrizadas as feridas, restarão contra o céu muito branco da memória não mais que a silhueta precisa — pernas braços cabelos — daqueles pinheiros, tristíssimos, e uma palavra sem nexo: Curitiba, Curitiba.

Por Eucanaã Ferraz

Em um jardim havia, uma doce e bela flor, ela era minha alegria, uma joia de valor, Todas as manhãs a via, no alvorar do dia, saudades dela sentia, e beija la muito queria, Em uma noite fria, a fúria do vento despertou, uma grande chuva caia, e uma tempestade se formou, Pela manhã em agonia, meu voo ágil ficou, o coração forte batia, e a alma sentida despertou, Ao me aproximar tremia, com choros e agonia, pois o jardim da minha alegria, ali não mais existia, Hoje no meu canto ha tristeza, lágrimas de tanta dor, pela correnteza foi levada, a vida do meu grande amor, Só tenho em mim a partida, do amor que me deixou, e em outros jardins encontro, os frutos da minha bela flor...

Por Cecilia Sfalsin

Eu acordo e tudo que conheço vai ser vendido, destruído ou ser tomado por gente que eu não gosto.

Por Amor, Sublime Amor (2021)

Incerteza, oh, que deleite / Vós e eu nos vamos / Como se vão os caranguejos, / para trás, para trás.

Por Guillaume Apollinaire

⁠Está ficando perigoso demais aqui.

Por Ainda Estou Aqui (filme)