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Não importa o quanto você fuja ou pisoteie. Assim como o desespero sempre voltará a nos atormentar... a esperança nos encontrará novamente. (Mestre Kazuma)
Por Fruits BasketSONETO COBIÇOSO Talvez, depois do soneto chorar o passado De tanto malogro, de tanto nublar comigo Eis que ressurge verso tão cheio de abrigo Nunca perdido, sonhado, sempre inspirado É bom conservá-lo sempre ao meu lado Com o cheiro e prazer de desejo antigo Sempre presente e assim transformado Vivo, e como sempre adejante comigo Um verso simples, singular, cotidiano Mas bem alindado na poética a incitar Nada ímpar, basta o sentir humano... De amor, sensação que não se explica Surgi tão vário como vário é o poetar E o soneto cobiçoso só se multiplica! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 15/08/2021, 14’58” - Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOLAli não há templo — o Senhor é o santuário. Não há sol nem lua — o Cordeiro é o luminário. Na cidade que não se fecha de noite ou de dia, só entra quem anda em verdade e alegria. Rios de vida fluem do trono, árvore da cura, folhas que curam o abandono. Ali não há maldição nem escuridão — há tronos, coroa e adoração.
Por Miriam LealDia corrido, Dia finito. Na correria da vida, Na velocidade do tempo, Vivemos muito, Nos importando pouco, Com aquele que vem, E que agora já foi. Por isso agora paro! Paro pra dizer olá! E paro pra dizer até mais! Assim sendo: até mais!
Por LeBlonTemos que pensar que a arte, e nós da arte, somos a resistência. Nem governo de direita, nem de esquerda, privilegiam a arte ou sequer dão condições para seu desenvolvimento. A arte é inimiga do poder.
Por Ana Mae BarbosaI Reis, 1RS, 18:45, Em pouco tempo o céu escureceu, com nuvens e vento, e caiu grande chuva. Acabe subiu ao carro e foi para Jezreel.
Por I Reis, Antigo TestamentoCoroai-me de rosas, Coroai-me em verdade, De rosas — Rosas que se apagam Em fronte a apagar-se Tão cedo! Coroai-me de rosas E de folhas breves. E basta.
Por Ricardo Reis