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NOSTALGIA (num dia de chuva) Como a chuva se compõe angustiante Nublada, penosa e tão cheia de teor Que torna o céu de acinzentada cor O fôlego se ausenta por um instante O chão encharcado e tão ressonante Causa na sensação pulsação e temor Na batida da chuva, num tom maior Pingo a pingo, ela, estronda meliante Também, ermo, também, n’alma toca E a emoção relenta e, no peito sufoca Em um versejar que saudade contém Junto, pois, o meu pranto, e a agonia Chove lá fora, respingando na poesia Nostalgia, é chuvarada, nela alguém! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 janeiro, 2025, 14’08” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolO que a atenção plena faz é criar um espaço em sua mente para que você possa “responder” em vez de simplesmente “reagir”. Na visão budista, você não pode controlar o que lhe vem à cabeça; tudo surge de um vácuo misterioso. Perdemos muito tempo julgando a nós mesmos por sentimentos que não surgiram por vontade própria. A única coisa que podemos controlar é a maneira como lidamos com esses sentimentos.
Por Dan HarrisAqui no Brasil, como se criou esse mito da "democracia racial", de que todo mundo se ama e todo mundo é legal, muitas vezes o próprio sujeito negro tem dificuldade para entender que nossa sociedade é racista.
Por Djamila RibeiroVida obscura Ninguém sentiu o teu espasmo obscuro, Ó ser humilde entre os humildes seres. Embriagado, tonto dos prazeres, O mundo para ti foi negro e duro. Atravessaste num silêncio escuro A vida presa a trágicos deveres E chegaste ao saber de altos saberes Tornando-te mais simples e mais puro. Ninguém Te viu o sentimento inquieto, Magoado, oculto e aterrador, secreto, Que o coração te apunhalou no mundo. Mas eu que sempre te segui os passos Sei que cruz infernal prendeu-te os braços E o teu suspiro como foi profundo!
Por Cruz e SousaNão havia por que se envergonhar por ter antepassados escravizados, ao contrário, apenas ter orgulho do que construíram, apesar das adversidades.
Por Cida BentoTenho certeza de possuir uma alma, e todos os livros com os quais os materialistas enfadaram o mundo não me convencem do contrário.
Por Laurence Sterne