Veja outros textos inspiradores!

Em tudo somos atribulados, mas NÃO ANGUSTIADOS; perplexos, mas NÃO DESAMPARADOS; abatidos, mas NÃO DESTRUÍDOS; trazendo SEMPRE por toda a parte a mortificação do SENHOR JESUS no nosso corpo; para que a VIDA DE JESUS, se manifeste também nos nossos corpos...

Por Bárbara Coré

Esse mate que muito adoçou o meu viver por hora me consola depois que meu amor foi embora

Por Carlos Eduardo Back

Mateus, MT, 21:29, <J>Ele respondeu: ´Não quero ir.` Mas depois, arrependido, foi.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

A perfeição é uma montanha impossível de escalar que deve ser escalada um pouco a cada dia.

Por Código Samurai

Desaprendemos a seguir o conselho de nossas mães porque o mundo mudou. E de tanto desobedecer, nos tornamos reféns da ansiedade, do imediatismo, do "tudo ou nada", do "agora ou nunca". E agora precisamos de um aplicativo que nos salve de nós mesmos. Ontem descobri que já existe_ chama-se "Self-control". Ideia genial, diga-se de passagem. Porque no fim das contas, autocontrole é raridade. E contar com um aplicativo que faça como seu pai, que lhe mande "engolir o choro" e o ajude a reencontrar aquele que hoje se mistura ao #todomundo, é encontrar um tesouro. Procure, baixe, aprenda, use. Shhhhh... E Boa sorte!

Por Fabíola Simões

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu

Cada um de nós faz o melhor que pode com o que nos é dado. Você não pode deixar de ser quem é ou o que nasceu para ser.

Por Christopher Paolini

Lucas, LC, 10:4, <J>Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias; e não saúdem ninguém pelo caminho.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Não Julgue Um Amor Futuro Pelo Sofrimento De Um Passado.

Por Karina Alves

Aprenda a lidar com a dor ou morra sufocada por ela.

Por Lethícia.