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Isaías, IS, 31:4, Porque assim me disse o Senhor: ´Como o leão e o filhote do leão rugem sobre a sua presa e, ainda que se convoque contra eles grande número de pastores, não se espantam com o barulho nem se apavoram com os gritos desses pastores, assim o Senhor dos Exércitos descerá para lutar sobre o monte Sião e sobre a sua colina.

Por Isaías, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 41:9, A grossura da parede externa das câmaras laterais era de dois metros e meio. A área aberta entre as câmaras laterais do templo

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Tira essa tua armadura dourada A tua pele exposta é pouco, é quase nada Deixa eu entrar na trincheira Do que adianta tantas bombas armadas?

Por Geo

⁠Não seja egoísta em trabalhar para constituir patrimônios. Viva intensamente com as coisas que te faz feliz. De que adiantaria você trabalhar uma vida inteira para juntar bens e quando olhar para trás vêr que perdeu muitos momentos bons para somente conseguir riquezas. Talvez o sonho da maioria dos seres humanos sejam ser milionários, ricos. Já outros sonham em somente ter um cantinho para viver. Mais eu digo a vocês sejam ricos das palavras e dos ensinamentos do senhor e as outras coisas serão acrescentadas em suas vidas. Não precisamos de muito para sermos felizes, basta enxergamos a vida com amor e carinho. Deus sabe daquilo que cada um precisa, e sabe ate onde aquela Pesoa deve chegar. Não levaremos nada daqui, a vida do homem e um piscar de olhos. Viva intensamente e seja feliz. Autor: Lailison Douglas

Por Lailison Douglas

Gênesis, GN, 24:43, Eis-me agora junto à fonte de água. A moça que sair para tirar água, a quem eu disser: ´Dê-me um pouco de água do seu cântaro`,

Por Gênesis, Antigo Testamento

Você deve sempre tirar fotos, se não com uma câmera, com a sua mente. As memórias que você captura de propósito são sempre mais vivas do que aquelas que você guarda acidentalmente.

Por Isaac Marion

A partir desta noite, King's Landing aprenderá a temer a cor dourada.

Por A Casa do Dragão (série)

Aniversário No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma, De ser inteligente para entre a família, E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.

Por Álvaro de Campos

A Irreparável Fuga do Tempo Justamente aquela noite iria começar para ele a irreparável fuga do tempo. Até então ele passara pela despreocupada idade da primeira juventude, uma estrada que na meninice parece infinita, onde os anos escoam lentos e com passo leve, tanto que ninguém nota a sua passagem. Caminha-se placidamente, olhando com curiosidade ao redor, não há necessidade de se apressar, ninguém empurra por trás e ninguém espera, também os companheiros procedem sem preocupações, detendo-se frequentemente para brincar. Das casas, a porta, a gente grande cumprimenta-se benigna e aponta para o horizonte com sorrisos de cumplicidade; assim o coração começa a bater por heroicos e suaves desejos, saboreia-se a véspera das coisas maravilhosas que aguardam mais adiante; ainda não se veem, não, mas é certo, absolutamente certo, que um dia chegaremos a elas. Falta muito? Não, basta atravessar aquele rio lá longe, no fundo, ultrapassar aquelas verdes colinas. Ou já não se chegou, por acaso? Não são talvez estas árvores, estes prados, esta casa branca o que procurávamos? Por alguns instantes tem-se a impressão que sim, e quer-se parar ali. Depois ouve-se dizer que o melhor está mais adiante, e retoma-se despreocupadamente a estrada. Assim, continua-se o caminho numa espera confiante, e os dias são longos e tranquilos, o sol brilha alto no céu e parece não ter mais vontade de desaparecer no poente. Mas a uma certa altura, quase instintivamente, vira-se para trás e vê-se que uma porta foi trancada às nossas costas, fechando o caminho de volta. Então sente-se que alguma coisa mudou, o sol não parece mais imóvel, desloca-se rápido, infelizmente, não dá tempo de olhá-lo, pois já se precipita nos confins do horizonte, percebe-se que as nuvens não estão mais estagnadas nos golfos azuis do céu, fogem, amontoando-se umas sobre as outras, tamanha é sua afoiteza; compreende-se que o tempo passa e que a estrada, um dia, deverá inevitavelmente acabar. A um certo momento batem às nossas costas um pesado portão, fecham-no a uma velocidade fulminante, e não há tempo de voltar. Será então como um despertar. Olhará à sua volta, incrédulo; depois ouvirá um barulho de passos vindo de trás, verá as pessoas, despertadas antes dele, que correm afoitas e o ultrapassam para chegar primeiro. Ouvirá a batida do tempo escandir avidamente a vida. Nas janelas não mais aparecerão figuras risonhas, mas rostos imóveis e indiferentes. E se perguntar quanto falta do caminho, ainda lhe apontarão o horizonte, mas sem nenhuma bondade ou alegria. Entretanto, os companheiros se perderão de vista, um porque ficou para trás, esgotado, outro porque desapareceu antes e já não passa de um minúsculo ponto no horizonte. Além daquele rio — dirão as pessoas —, mais dez quilômetros, e terá chegado. Ao contrário, não termina nunca, os dias se tornam cada vez mais curtos, os companheiros de viagem, mais raros, nas janelas estão apáticas figuras pálidas que balançam a cabeça. Então já estará cansado, as casas, ao longo da rua, terão quase todas as janelas fechadas, e as raras pessoas visíveis lhe responderão com um gesto desconsolado: o que era bom ficou para trás, muito para trás, e ele passou adiante, sem dar por isso. Ah, é demasiado tarde para voltar, atrás dele aumenta o fragor da multidão que o segue, impelida pela mesma ilusão, mas ainda invisível, na branca estrada deserta. Ai, se pudesse ver a si mesmo, como estará um dia, lá onde a estrada termina, parado na praia do mar de chumbo, sob um céu cinzento e uniforme, sem nenhuma casa ao redor, nenhum homem, nenhuma árvore, nem mesmo um fio de erva, tudo assim desde um tempo imemorável.

Por Dino Buzzati

Isaías, IS, 14:25, Esmagarei a Assíria na minha terra e nas minhas montanhas a pisarei, para que o seu jugo se afaste de Israel, e a sua carga se desvie dos ombros dele.

Por Isaías, Antigo Testamento