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O tempo e a paciência são dois eternos beligerantes.

Por Leon Tolstói

Marcos, MC, 8:17, Jesus percebeu isso e perguntou: <J> - Por que vocês estão discutindo sobre o fato de não terem pão? Vocês ainda não percebem nem compreendem? Têm o coração endurecido?</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Isaías, IS, 20:2, nesse mesmo tempo o Senhor falou por meio de Isaías, filho de Amoz, dizendo: - Solte de seus lombos a roupa de pano grosseiro e tire as sandálias dos pés. Isaías fez isso, passando a andar despido e descalço.

Por Isaías, Antigo Testamento

⁠A gente sente quando o outro se ausenta, ainda em presença. Ele se torna opaco, feito neblina – ao encostarmos a mão para sentir, não tocamos em nada além do seu vazio.

Por Emanuel Hallef

Senhor dos Exércitos Senhor, estendei-nos tuas mãos milagrosas fazei-nos um instrumento de vossa majestosa sabedoria, e que tuas palavras ecoem nos quatros cantos da terra nos fazendo compreender o significado dos teus ensinamentos, que outrora em nossos pensamentos, seja eternizado em nossos corações. Oh, Senhor dos Exércitos, tu que venceste todas as batalhas, ressuscitou os mortos deu a visão aos cegos e amou-nos a tal ponto que derramou teu sangue lá na cruz pela remissão de nossos pecados tende piedade de nós, Ó messias REI DA GLÓRIA, esteja conosco hoje e sempre e em nossos momentos derradeiro!!

Por joaquim alves

Mateus, MT, 17:22, Quando eles estavam reunidos na Galileia, Jesus lhes disse: <J> - O Filho do Homem está para ser entregue nas mãos dos homens,</J>

Por Mateus, Novo Testamento

A espada do destino tem dois gumes... Um deles é você. E o outro é a morte. (A espada do destino)

Por Andrzej Sapkowski

Salmos, SL, 62:1, Somente em Deus a minha alma espera silenciosa; dele vem a minha salvação.

Por Salmos, Antigo Testamento

– Qual é a graça? – Pensei em uma piada. – Quer me contar? – Não... você não ia entender. (Diálogo entre Coringa e sua psicóloga)

Por Coringa (filme)

Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.

Por Ana Jacomo