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Isaías, IS, 37:34, Pelo caminho por onde vier, por esse voltará; mas nesta cidade não entrará`, diz o Senhor.
Por Isaías, Antigo TestamentoA ausência deixa espaço. E é nesse espaço que mora a dor. A memória do que já foi e talvez nunca tenha sido do jeito que a gente lembra. Aqui a tempestade ficou engarrafada e o sentimento não resolvido é transformado em memórias que a gente não queima porque o cheiro da fumaça lembra casa.
Por Emerson CoelhoJeremias, JR, 1:3, Veio também nos dias de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, até o fim do décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, filho de Josias, rei de Judá. No quinto mês desse ano, os moradores de Jerusalém foram levados ao exílio.
Por Jeremias, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 14:17, Amazias, filho de Joás, rei de Judá, viveu quinze anos depois da morte de Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel.
Por II Reis, Antigo TestamentoColossenses, CL, 3:15, Que a paz de Cristo seja o árbitro no coração de vocês, pois foi para essa paz que vocês foram chamados em um só corpo. E sejam agradecidos.
Por Colossenses, Novo TestamentoLua Bonita Lua bonita, Se tu não fosses casada Eu preparava uma escada Pra ir no céu te buscar Se tu colasse teu frio com meu calor Eu pedia ao nosso senhor Pra contigo me casar Lua bonita Me faz aborrecimento Ver São Jorge no jumento Pisando no teu clarão Pra que cassaste com um homem tão sisudo Que come dorme faz tudo, dentro do seu coração? Lua Bonita, Meu São Jorge é teu senhor, E é por isso que ele "véve" pisando teu esplendor Lua Bonita se tu ouvisses meus conselhos Vai ouvir pois sou alheio, Quem te fala é meu amor Deixa São Jorge no seu jubaio amuntado E vem cá para o meu lado Pra gente viver sem dor.
Por Raul SeixasI Crônicas, 1CR, 8:7, Naamã, Aías e Gera; este os levou cativos e gerou Uzá e Aiude.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoRespire em mim... fundo, Para que eu respire... e viva. E me abrace apertado para eu dormir Suavemente segura por tudo que você dá. Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego Até que você e eu sejamos um só, E dançaremos entre os túmulos Até que toda a morte se vá. E ninguém sabe que existimos Nos braços um do outro, A não ser Aquele que soprou o hálito Que me esconde livre do mal. Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego Até que você e eu sejamos um só, E dançaremos entre os túmulos Até que toda a morte se vá.
Por A Cabana