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I Reis, 1RS, 18:30, Então Elias disse a todo o povo: - Aproximem-se de mim. E todo o povo se aproximou dele. Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas.

Por I Reis, Antigo Testamento

⁠Às vezes por mais que você queira entender o seu semelhante, você jamais entendera oque se passa em sua mente, deixe-o seguir em frente ao invés de questionar coisas que nem ele mesmo consegue explicar, assim ele achará o caminho certo na estrada que ele escolher caminhar. Lailison Douglas.

Por Lailison Douglas

Nada é mais necessário ou mais forte em nós do que a rebelião.

Por Georges Bataille

I Reis, 1RS, 2:5, - Você também sabe o que me fez Joabe, filho de Zeruia, e o que fez com os dois comandantes do exército de Israel, com Abner, filho de Ner, e com Amasa, filho de Jéter. Ele os matou e, em tempo de paz, vingou o sangue derramado em tempo de guerra, manchando com ele o cinto que trazia nos lombos e as sandálias nos pés.

Por I Reis, Antigo Testamento

⁠Uma de nossas maiores liberdades é a maneira como reagimos às coisas.

Por Charlie Mackesy

A vida parece, às vezes, nada mais do que uma série de perdas, do começo ao fim. Esse é o dado. Como você responde a essas perdas, o que você faz do que resta, essa é a parte que você tem que improvisar.

Por Katharine Webe

Quando você já esteve perdido como eu, se torna bom em encontrar o caminho de volta para casa.

Por Emily Henry

Atos, AT, 10:18, Chamando, perguntaram se ali estava hospedado Simão, que também é chamado de Pedro.

Por Atos, Novo Testamento

I Crônicas, 1CR, 5:14, estes foram os filhos de Abiail, filho de Huri, filho de Jaroa, filho de Gileade, filho de Micael, filho de Jesisai, filho de Jado, filho de Buz.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Anda em mim, soturnamente, uma tristeza ociosa, sem objetivo, latente, vaga, indecisa, medrosa. Como ave torva e sem rumo, ondula, vagueia, oscila e sobe em nuvens de fumo e na minh’alma se asila. Uma tristeza que eu, mudo, fico nela meditando e meditando, por tudo e em toda a parte sonhando. Tristeza de não sei donde, de não sei quando nem como… flor mortal, que dentro esconde sementes de um mago pomo. Dessas tristezas incertas, esparsas, indefinidas… como almas vagas, desertas no rumo eterno das vidas. Tristeza sem causa forte, diversa de outras tristezas, nem da vida nem da morte gerada nas correntezas… Tristeza de outros espaços, de outros céus, de outras esferas, de outros límpidos abraços, de outras castas primaveras. Dessas tristezas que vagam com volúpias tão sombrias que as nossas almas alagam de estranhas melancolias. Dessas tristezas sem fundo, sem origens prolongadas, sem saudades deste mundo, sem noites, sem alvoradas. Que principiam no sonho e acabam na Realidade, através do mar tristonho desta absurda Imensidade. Certa tristeza indizível, abstrata, como se fosse a grande alma do Sensível magoada, mística, doce. Ah! tristeza imponderável, abismo, mistério, aflito, torturante, formidável… ah! tristeza do Infinito!

Por Cruz e Sousa