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Essa história de que o dinheiro não dá felicidade é um boato espalhado pelos ricos para que os pobres não tenham muita inveja deles.
Por Jacinto Benavente y MartinezII Crônicas, 2CR, 31:18, Deles, foram registrados as crianças, as mulheres, os filhos e as filhas, uma grande multidão, porque com fidelidade se santificavam nas coisas sagradas.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoII Crônicas, 2CR, 6:18, - Mas será que, de fato, Deus poderia habitar com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, muito menos este templo que eu edifiquei.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoI João, 1JO, 2:2, E ele é a propiciação pelos nossos pecados - e não somente pelos nossos próprios, mas também pelos do mundo inteiro.
Por I João, Novo TestamentoProvérbios, PV, 22:24, Não faça amizade com quem facilmente fica irado, nem ande na companhia de quem é agressivo,
Por Provérbios, Antigo TestamentoCom dezesseis anos umas brincam com bonecas, que porém não são mais as Barbies que eu tinha. Agora tem as Bratz. Outras leem Winx. Outras já estão na América. Umas têm blogs louquíssimos na Internet, baixam files, têm iPod. Algumas matam os pais. E outras se apaixonam e justamente fazem amor.
Por Federico MocciaQuando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos: 1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); 3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou: 1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.
Por Alexandre, o Grande