Veja outros textos inspiradores!

Êxodo, EX, 34:27, O Senhor disse ainda a Moisés: - Escreva estas palavras, porque, segundo o teor destas palavras, fiz aliança com você e com Israel.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Nem todos os finais felizes incluem um homem.

Por Emiko Jean

O comércio é a arte de abusar do desejo ou da necessidade que alguém tem de alguma coisa.

Por Jules Goncourt

Ciúmes é aquilo que te faz ser ignorante com quem você mais ama.

Por Bárbara Flores

I Samuel, 1SM, 6:10, Os homens fizeram isso: pegaram duas vacas com crias e as amarraram ao carro; e encerraram os seus bezerros em casa.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Apocalipse, AP, 6:14, e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e as ilhas foram movidos do seu lugar.

Por Apocalipse, Novo Testamento

⁠Bem-vindo é o sono, mais bem-vindo o sono de pedra Enquanto crime e vergonha continuam na terra; Minha feliz sorte, não ver ou ouvir; Não me acordem – por piedade, sussurrem baixo.

Por Michelangelo

O Contrário do Amor O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Por Martha Medeiros

Se você acreditar em si mesmo, todos os seus sonhos podem se tornar realidade.

Por Bob Esponja

As garota que brincam com fogo devem lembrar que fumaça entra nos seus olhos.

Por Mae West