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Sol que Ama a Chuva Ela era como o sol As outras estrelas não se igualavam à luz dela. Genuinamente feliz. Seus sentimentos eram poesias, e pinturas — fossem elas em seu próprio corpo ou em uma parede qualquer. Sua arte era sua beleza, que era cada vez mais realçada pelas pinceladas que ela mesma fazia questão de dar. Era consciente de que esculpir seu corpo doía na alma, mas ela não tinha medo de deixar sua obra mais bonita: seu corpo, seu templo. Ela não precisava de admiradores; a própria admiração já era mais que suficiente. Sua beleza se assemelhava às mais lindas rosas, às mais verdes florestas. Ela era sol — mas dias bonitos, para ela, eram dias nublados, chuvosos e escuros. A natureza era sua inspiração, mas ela morava na cidade, onde dificilmente era possível avistar uma árvore. Ela era como as estações: alegre, iluminada, fria, colorida, vasta... Ela mudou. Seus interesses ainda são os mesmos, porém ela se perdeu — e não é capaz de se encontrar mais. Ela só quer paz.
Por anandayasminÉ preciso correr riscos, só assim deixaremos que o inacreditável aconteça em nossas vidas...
Por Paulo CoelhoChega de astrologia Antropologia Não tem hora certa nem lua nova Nosso amor é agora
Por Ana Frango ElétricoII Crônicas, 2CR, 35:14, Depois os levitas prepararam o que era deles e dos sacerdotes, porque os sacerdotes, filhos de Arão, se ocuparam, até a noite, com o sacrifício dos holocaustos e da gordura. Foi por isso que os levitas prepararam o que era deles e dos sacerdotes, filhos de Arão.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoTempo Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha.
Por Mario Quintana