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Já estamos todos muito velhos As conquistas de outros tempos se acumulam Nos caixotes de papelão e isopor Nas malas que moram na parte de cima do armário Vasculho papéis que perderam sua função Fotos documentos recortes Rostos amarelecidos em uma existência remota Uma quase não-existência familiar E temporal – palavras fatos já não-meus, penso (é preciso alçar a indiferença) “que importa quem fala, alguém disse...” É preciso rasgar Estancar o sangue Tentativa de habitar algum presente em meio ao bolor
Por Annita Costa MalufeApocalipse, AP, 10:10, Peguei o livrinho da mão do anjo e o devorei. Na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.
Por Apocalipse, Novo TestamentoAquele que cede ante ao obstáculo, que desiste diante da dificuldade já perdeu a batalha sem a ter enfrentado. Não raro, o obstáculo e a dificuldade são mais aparentes que reais, mais ameaçadores do que impeditivos. Só se pode avaliar após o enfrentamento. Ademais, cada vitória conseguida se torna aprimoramento da forma de vencer e cada derrota ensina a maneira como não se deve tentar a luta. Essa conquista é proporcionada mediante o esforço de prosseguir sem desfalecimento e insistir após cada pequeno ou grande insucesso. O objetivo deve ser conquistado, e, para tanto, a coragem do esforço contínuo é indispensável. Muitas vezes será necessário parar para refletir, recuar para renovar forças e avançar sempre. É uma salutar estratégia aquela que faculta perder agora o que é de pequena monta para ganhar resultados permanentes e de valor expressivo depois.
Por Joanna de ÂngelisAtos, AT, 22:8, Perguntei: ´Senhor, quem é você?` Ao que me respondeu: <J>´Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem você persegue.`</J>
Por Atos, Novo TestamentoÉ interessante observar como a chegada da vida adulta nos endurece. Brincar pede entrega, atenção plena, relaxamento. Só isso. Nós não precisamos saber brincar, precisamos apenas olhar para os nossos filhos e deixar que, por alguns poucos minutos, eles simplesmente nos guiem. Algumas pessoas me falam: "ah, Elisama, mas eu não gosto de brincar, não tenho paciência. Eu leio com ele, a gente desenha junto as vezes. Tá bom, né?". Sim, ler junto, cozinhar, desenhar, contam como tempo de qualidade com a criança e, sem sombra de dúvidas, criam bons hábitos e lembranças na família, mas há algo único e especial em brincar. Quando a gente aceita o convite de "vamos brincar comigo?", eles ouvem "eu me interesso pelo seu mundo e quero fazer parte dele." E existe um efeito mágico nisso. Crianças são uma carta branca pra correr no mercado, dançar no meio do shopping, sentar no chão e brincar com lama. Elas são lembretes vivos de que a vida pode ser mais divertida. São mão estendida pra uma existência menos cinza. Precisamos brincar.
Por Elisama SantosAtos, AT, 26:25, Paulo, porém, respondeu: - Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso.
Por Atos, Novo TestamentoLucas, LC, 23:56, Então se retiraram para preparar óleos aromáticos e perfumes. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamento.
Por Lucas, Novo Testamento