Veja outros textos inspiradores!
Aprenda: nenhuma folha cai da arvore se nao for pela vontade do Pai.... voce tem clamado, voce tem chorado nos pés do Senhor, mas ainda nai foi atendido, nao se desespere, o seu tempo vai chegar, peca a Deus a calma dos rios durante a tempestade, a forca de um guerreiro e a sabedoria divina, Deus vai te ouvir e no silencio do seu clamor enviara seus anjos para confortarem seu coracao. Priscilla Rodighiero
Por Priscilla RodighieroSim… há alegria aqui. Alegria em viver, em recomeçar, em acreditar que dias melhores virão. Porque há um Deus que acalma a alma… e segue no controle de tudo.
Por Janice F RochaTriste manhã de sábado O sol brilhante lá fora Não importa nada hoje Se você não estar aqui Nada faz sentido algum Você diz que me ama E eu lhe digo o mesmo Mas a cada dia que passa Vejo você se afastando E dói tanto, Ver tudo que construímos desmoronando Imóvel, em meio aos nossos escombros Estou asfixiando nesse avalanche de sentimento No meus últimos suspiros Meu coração chama seu nome, Implorando que escute Eu preciso tanto de você E mesmo perdida nessa nossa bagunça, Tenho certeza que vai me encontrar Eu quero segurar sua mão e novamente sorri Me ajude a nós consertar Lembre-se dos nossos dias alegres Toda vez que erramos Aprendemos algo, Podemos melhorar, Então não desista, Eu preciso segurar sua mão E sorri novamente Permaneça comigo Pois quando estou contigo Não tenho medo de lutar Porque você me faz ainda mais forte Então, seja o que for a situação Sempre vou apostar em nós dois, Porque o amor Não precisa ser perfeito, Precisa ser real e fazer bem E só seguir em frente e não desistir Embora todos nossos tropeços Estamos escrevendo nossa história Então quando eu pegar a sua mão, e te abraçar forte apenas sorria a meu lado , pois eu sei vamos ficar bem.
Por FrozenAprender a ser moderado é a essência do bom senso e da verdadeira sabedoria. No entanto o homem consegue descobrir processos e desenvolver métodos de fuga à moderação.
Por Alfred MontapertÉ muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.
Por Theodore RooseveltPara além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.
Por Clarice Lispector