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Culpe a Mattel. Eles fizeram as regras.

Por Barbie (2023)

Alguns dizem que o amor é um rio, alguns dizem que o amor é uma música boba, alguns dizem que o amor está ao nosso redor, nos eleva para onde pertencemos, alguns dizem que o amor é ouvir risadas durante a chuva, mas... todos nós sabemos que o amor é um sofrimento.

Por Gossip Girl

A mulher é, no mundo, o ser mais indefinível.

Por Anne Lambert

⁠Não revele mais do que precisa. Lembre-se de que as coisas são sempre diferentes do que aparentam. Nunca seja muito feliz. Não diga "eu" com essa liberdade. E, em geral, tente sair bem das coisas, sem cicatrizes desnecessárias. Não espere mais do que isso.

Por David Grossman

Ontem eu me deitei chorando e enquanto as lágrimas caia sobre o meu rosto eu me lembrava de você como é lindo o seu sorriso e o seu jeito de me olha tinha uma chama que me incendeia e me deixava segura mais esse tempo já passou e você não volta mas e consigo levou o meu sorriso e a minha paz

Por Maria A Alcântara

Ela normalmente se afasta de todos. Vive num mundo cujos habitantes são aqueles de sua própria casa e, por isso, só pensa neles. Sua vida gira em torno das necessidades mais básicas da própria família e, por isso, enxerga tudo. Qualquer falha do marido ou dos filhos é logo apontada por ela. E quando ela começa a conversar, todo mundo já sabe: lá vem sermão pela frente. Ela é a mulher solitária. Vive para sua família, que por sua vez, não vê a hora de ver a luz do sol. A esposa que não tem amigas é assim: coloca todas as suas energias no marido (e nos filhos) e espera dele a amizade que só uma amiga pode dar. O pobre coitado até tenta por um tempo, mas como entender feminês se ele só fala masculinês? E sabe o que é pior quando tentamos fazer de nossos maridos nossas amigas? É que fazemos isso inconscientemente… “Amor, o que você acha do meu penteado de cabelo?” ou “Amor, será que esse par de sapatos combina com esse novo look? Qual é a sua sugestão?” ou “Você acha que eu estou mais magra?” Já viu, né? Ele vai lhe responder o que você quer que ele responda e não o que ele realmente pensa a respeito. Primeiro porque ele nem reparou. Segundo porque ele não entende muito de moda ou look. E terceiro porque, se ele não consegue enxergar um penteado novo, você acha que ele vai enxergar aqueles gramas que você perdeu da noite anterior? Sem contar que às vezes estamos tão estressadas que queremos desabafar com eles, sendo que os homens raramente desabafam, só quando eles precisam de uma solução. E é aí que damos a maior mancada, porque enquanto queremos simplesmente que eles ouçam e tenham compaixão de nós, eles querem resolver nossos ‘problemas’… VOCÊ: “Ai, não aguento mais acordar cedo e dormir tarde, mas se eu não fizer isso, não tenho tempo para nada quando chegar a casa mais tarde!” ELE: “Então deixa as coisas da casa para fazer no fim de semana!” Ora, não era bem isso que queríamos ouvir, não é mesmo? É por isso que eu repito—mesmo sendo casadas, precisamos de amigas. Se você não tem amigas, acaba fazendo de seu marido uma. E como ele não pensa como uma, você vai sempre acabar frustrada por isso—o que não é justo para com ele. Mulheres são mulheres. Homens, homens. Entenda isso e você vai evitar um montão de brigas no casamento.

Por Cristiane Cardoso

NINGUÉM CONSEGUE VIVER DE JANELAS FECHADAS Imagine abrir sua janela ao acordar e, do mesmo modo que as lagartas magicamente se borboleteiam pelas paisagens da vida, encontrar uma fruta que se oferece a você. Clama por seu gesto de sorvê-la inteira. Entregando assim sua gratidão a um dos tantos presentes que a natureza diariamente lhe dá, sem exigir nada em troca. Saber receber é uma arte. Abrir os braços, o sorriso, o corpo e o coração e dispor-se aceitar quem estende o afeto a você. Receber exige coragem. Integridade. Desejo. Iniciativa. Transparências do querer genuíno. Quantas vezes ansiamos por algo ou por alguém, mas amortecemos as vontades, anulando-as até, enquanto trancamos nossas demandas nas gavetas da privação. Por absurdo que pareça é mais fácil morrermos de fome. Agarrarmo-nos a uma soberba imbecil, estruturada na deplorável e ilusória onipotência de sermos autossuficientes. Autotróficos como as plantas, que extraem do solo a nutrição de que necessitam. Mais fácil esbofetearmos os ventos da amorosidade que nos acariciam os sentimentos. Cuspirmos na possibilidade de promovermos sinergias junto a alguém. Seja no trabalho, nos relacionamentos sociais, ou nos pares que pretendem abrir-se para os aconchegos da intimidade. O medo de perder anuncia-se sob várias roupagens e disfarces – e é, além de costumeiro, renitente visitante da nossa existência. Enraizado nas couraças do espírito e aparentemente irrevogável. Por que provarmos do mel, acendermos nossa gula se poderemos perdê-lo repentinamente? Melhor equivaler seu gosto ao do fel — recusando, então, o favo que nos provoca. Você pode apossar-se da faca que reina afiadíssima em sua cozinha. Enterrá-la de vez no cérebro, sem qualquer anestesia. Expulsar do crânio sangrento e agonizante os neurônios que julga imprestáveis. Soldados do exílio voluntário. Apologistas das vantagens da solidão. Guardiões de silêncios nefastos, porque avessos às manifestações de carinho. Como, por exemplo, a dedicação às causas sociais deste mundo apodrecido que tanto nos constrange. Coma a fruta, vai. Aceite a flor. Namore a borboleta que baila suas cores, bem diante dos seus olhos surpresos. Ela apresenta seu espetáculo, ondulando no ar da poesia, toda feliz e de graça. Coma a fruta, vai. Aceite a ajuda de um parceiro de caminhada para chegar àquela cachoeira tão bela quanto escondida dos visitantes nas matas. Prefere pêssegos, caquis, mangas — uma goiaba madura e vermelha? Jogue o orgulho no lixo. Você mora só, jura ser independente por todos os poros, mas não consegue dar o nó na gravata. Subir o zíper do vestido. Matar a barata enorme e cascuda que o encara feroz no teto da sala. A vergonha de pedir ajuda é tão estúpida quanto a sua recusa em declarar amor a quem o rodeia. Fraqueza solicitar auxílio. Disso você não duvida. Outro gesto impensável é pedir perdão. Esta humilhação inadmissível não pode manchar seu currículo atitudinal. E assim vamos sobrevivendo — ou melhor levitando, como autômatos neste planeta. Roubando romances jamais experimentados de páginas literárias já gastas. Angariando sonhados momentos, valendo-nos das muletas da imaginação que tingem de cores atraentes algumas cenas do filme a que resolveu assistir. Quanta covardia. Esconder a premência do amor atrás das portas do cotidiano. Esmagar a linda borboleta com suas mãos cegas e insanas. Arrancar do galho a fruta mais desejada e atirá-la ao chão, triunfante, num arremedo de falido desdém. Nem sempre percebemos o inverno que nos invade. Tiritamos de frio, porém permanecemos inconscientes. Expomo-nos a pneumonias na alma. Vestidos de acintosa nudez, trocamos nossos braços de abraçar pelo repúdio dos galhos secos e mortos. Felizmente a vida se revela em ondas, ciclos, luzes distintas. Nada permanece igual. Nem mesmo a maldade, a tristeza ou a insensibilidade. Nem mesmo o medo agarrado a você como uma criança pequena e indefesa. Pode ser que as janelas agora estejam fechadas. Mas estamos sujeitos a descuidos, distrações ou aos ímpetos de ventanias. É neste instante que as frutas se oferecem novamente. E mais uma vez você tem a chance de colhê-las.

Por Graça Taguti

A dor é a origem do conhecimento.

Por Simone Weil

Como cansa "certos" cristãos cheios de justiça própria, fofoqueiros e invejosos, vivem falando mal dos irmãos, criticam as suas atitudes mas a verdade é que o que desejam, no fundo, é ter a vida que eles têm.

Por Janice F. Rocha

⁠Deixando o final lá pelo princípio A gente pode se encontrar Como duas retas no infinito

Por Italo Azevedo