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Uma civilização pode existir sem ambição?

Por Dr. Brain (série)

DA CHEGADA DO AMOR Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,

Por Elisa Lucinda

''Quando voce se humilha diante de homens, pelo fato do ser humano querer sempre ser superior ao seu semelhante a tendencia é voce se tornar escravo de circunstancias e de pessoas...mas quando voce se humilha diante de Deus, ai sim, a coisa muda de figura, voce cresce, voce se fortalece, e voce não ensoberbece...Deus pela grandeza e superiodade dELE, ELE poderia muito bem nos esquecer, mas Deus não é como o homem, pelo contrario, quanto mais voce se humilha diante dELE mais ELE te exalta...ELE só espera uma atitude nossa, a de nós mesmos quebrarmos nosso orgulho e reconhecer que só ELE é grande e só ELE tem poder e majestade, e que não existe outro ser tão longanimo quanto Deus...ELE tá só esperando ser reconhecido em sua vida pra poder agir...a única coisa que impede o Senhor de agir em nossas vidas é a Fé pouca, ou errada...aquela fé voltada pra coisas que não tem valor algum.Chega de viver encurvado por causa da dor ou das humilhações que se passa nessa vida...vamos sim se ajoelhar diante do Deus vivo e poderoso, pois só assim é que iremos permanecer de PÉ o tempo todo, inclusive nos piores momentos, pois é nessas ocasiões que Deus opera com maior poder em sua vida...''

Por Carlos Adriano

Todos os segredos da política consistem em mentir a propósito.

Por Jeanne Pompadour

"Se você quer os certos, esteja preparado para os erros"

Por Carl Yastrzemski

Toda a poesia - e a canção é uma poesia ajudada - reflete o que a alma não tem. Por isso a canção dos povos tristes é alegre e a canção dos povos alegres é triste.

Por Fernando Pessoa

⁠⁠"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."

Por Georg Groddeck

Não confundam ter uma carreira com ter uma vida.

Por Hillary Clinton

Se o homem é tão livre no estado de natureza como se tem dito, se ele é o senhor absoluto de sua própria pessoa e de seus bens, igual aos maiores e súdito de ninguém, por que renunciaria a sua liberdade, a este império, para sujeitar-se à dominação e ao controle de qualquer outro poder? A resposta é evidente: ainda que no estado de natureza ele tenha tantos direitos, o gozo deles é muito precário e constantemente exposto às invasões de outros. Todos são tão reis quanto ele, todos são iguais, mas a maior parte não respeita estritamente, nem a igualdade nem a justiça, o que torna o gozo da propriedade que ele possui neste estado muito perigoso e muito inseguro.

Por John Locke

Eu sei bem que você me quer, mas eu já sei qual é Sai na ponta do pé pra encontrar as amigas E quando volta do rolê, vai fingir que tanto faz Deita na minha cama e espera outro dia

Por A Banca Records