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⁠Vocês são uma. Não pode fugir de si mesma.

Por A Substância (filme)

Na música, o próprio silêncio tem ritmo.

Por Cláudio de Souza

⁠Então deixa ela passar na minha frente Hoje eu só tenho olhos pra ela Te vejo linda da janela, Gabriela

Por Igor Von Adamovich

Velhas árvores Olha estas velhas árvores, mais belas Do que as árvores moças, mais amigas, Tanto mais belas quanto mais antigas, Vencedoras da idade e das procelas... O homem, a fera e o inseto, à sombra delas Vivem, livres da fome e de fadigas: E em seus galhos abrigam-se as cantigas E os amores das aves tagarelas. Não choremos, amigo, a mocidade! Envelheçamos rindo. Envelheçamos Como as árvores fortes envelhecem, Na glória de alegria e da bondade, Agasalhando os pássaros nos ramos, Dando sombra e consolo aos que padecem!

Por Olavo Bilac

Deuteronômio, DT, 5:14, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus; não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento ou qualquer outro dos seus animais, nem o estrangeiro das suas portas para dentro, para que o seu servo e a sua serva descansem como você.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 21:25, Davi pagou a Ornã por aquele lugar sete quilos e duzentos gramas de ouro.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

O mundo não é muito justo com garotas inteligentes. Na maioria das vezes, ele vai tentar forçar você a caber numa caixinha. Mas peço que não dê ouvidos para esse tipo de coisa.

Por A Mecânica do Amor (livro)

I Coríntios, 1CO, 15:8, Por último, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Marcos, MC, 3:16, Eis os doze que designou: Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro;

Por Marcos, Novo Testamento

⁠Never More I Não te perdoo, não, meus tristes olhos Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo: Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos Há de chamar por ti no anseio infindo. Jamais, jamais, nos delicados folhos Do coração como n’um ramo lindo, Há de cantar teu nome entre os abrolhos A ária gentil de meu sonhar já findo. Não te perdoo, não! E em tardes claras, Cheias de sonhos e delícias raras, Quando eu passar à hora do Sol posto: Não rias para mim que sofro e penso, Deixa-me só neste deserto imenso... Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! II Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! E nem sequer o som de tua fala Ouvir de manso à hora do Sol posto Quando a Tristeza já do Céu resvala! Talvez assim o fúnebre desgosto Que eternamente a alma me avassala Se transformasse n’um luar de Agosto, Sonho perene que a Ventura embala. Talvez o riso me voltasse à boca E se extinguisse essa amargura louca De tanta dor que a minha vida junca… E, então, os dias de prazer voltassem E nunca mais os olhos meus chorassem... Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!

Por Auta de Souza