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Jeremias, JR, 16:10, - Quando você anunciar a este povo todas estas palavras, eles perguntarão: ´Por que o Senhor nos ameaça com todo este grande mal? Qual é a nossa iniquidade, qual é o nosso pecado, que cometemos contra o Senhor, nosso Deus?`
Por Jeremias, Antigo TestamentoOs homens práticos que se julgam livres de qualquer influência intelectual são habitualmente escravos de algum economista morto.
Por John Maynard KeynesO cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a funcionar assim que você se levanta da cama e não pára até você chegar ao escritório.
Por Robert FrostPenso que, às vezes, por mais que você esteja convencida de que sua vida vai seguir determinado rumo, toda a certeza pode sumir com uma simples mudança de maré.
Por É Assim que Acaba (livro)Juízes, JZ, 6:37, eis que eu porei uma porção de lã na eira. Se o orvalho estiver somente nela, e a terra ao redor estiver seca, então saberei que irás livrar Israel por meio de mim, como disseste.
Por Juízes, Antigo TestamentoDepois de tantos anos, uma coisa não havia mudado: eu me sentia atraída pelo perigo. -sussurro
Por Becca FitzpatrickEm verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.
Por Carlos Drummond de AndradeQuando você ama alguém, a melhor coisa que você pode oferecer é a sua presença. Como você pode amar se você não está lá?
Por Thich Nhat Hanh