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Você não pode simplesmente não falar com seu ex-namorado depois de os olhos dele terem sido arrancados do raio do rosto dele.

Por A Culpa é das Estrelas

Êxodo, EX, 12:4, Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então o chefe da família convidará o seu vizinho mais próximo, conforme o número de pessoas. Conforme o que cada um puder comer, por aí vocês calcularão quantos são necessários para o cordeiro.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Todo o trabalho trabalha para fazer um homem ao mesmo tempo que uma coisa.

Por Emmanuel Mounier

Todos veem o que você parece ser, mas poucos sabem o que você realmente é.

Por Maquiavel

II Reis, 2RS, 14:27, O Senhor ainda não havia falado em apagar o nome de Israel da face da terra; porém os livrou por meio de Jeroboão, filho de Jeoás.

Por II Reis, Antigo Testamento

Isaías, IS, 31:5, Como uma ave paira sobre o seu ninho, assim o Senhor dos Exércitos defenderá Jerusalém; ele a defenderá e salvará, poupará e livrará.`

Por Isaías, Antigo Testamento

Os Três Mal-Amados Olho Teresa, vejo-a sentada aqui a meu lado. A poucos centímetros da mim. A poucos centímetros, muitos quilômetros. Por que essa impressão de que precisaria de quilômetros para medir a distância, o afastamento em que a vejo nesse momento? Olho Teresa como se olhasse o retrato de uma antepassada que tivesse vivido em outro século. Ou como se olhasse um vulto em outro continente, através de um telescópio. Vejo-a como se cobrisse a poeira tenuíssima ou o ar quase azul que envolvem as pessoas afastadas de nós muitos anos e léguas. Posso dizer dessa moça a meu lado que é a mesma Teresa que durante todo o dia de hoje, por efeito do gás do sonho, senti pegada a mim? Esta é a mesma Teresa que na noite passada conheci em toda intimidade? Posso dizer que a vi, falhei-le, posso dizer que a tive em toda intimidade? Que intimidade existe maior que a do sonho? A desse sonho que ainda trago em mim como um objeto que me pesasse no bolso? Ainda me parece sentir o mar do sonho que inundou meu quarto. Ainda sinto a onda chegando à minha cama. Ainda me volta o espanto de despertar entre móveis e paredes que eu não compreendia pudessem estar enxutos. E sem nenhum sinal dessa água que o sol secou mas de cujo contacto ainda me sinto friorento e meio úmido (penso agora que seria mais justo, do mar do sonho, dizer que o sol o afugentou, porque os sonhos são como as aves, não apenas porque crescem e vivem no ar) Teresa aqui está, ao alcance de minha mão, de minha conversa. Por que, entretanto, me sinto sem direitos fora daquele mar? Ignorante dos gestos, das palavras? O sonho volta, me envolve novamente. A onda torna a bater em minha cadeira, ameaça chegar até a mesa. Penso que, no meio de toda essa gente de terra, gente que parece ter criado raízes, como um lavrador ou uma colina, sou o único a escutar esse mar. Talvez Teresa... Talvez Teresa... sim, quem me dirá que esse oceano não nos é comum? Posso esperar que esse oceano nos seja comum? Um sonho é uma criação minha, nascida de meu tempo adormecido, ou existe nele uma participação de fora, de todo o universo, de uma geografia, sua história, sua poesia? O arbusto ou a pedra aparecida em qualquer sonho pode ficar indiferente à vida de que está participando? Pode ignorar o mundo que está ajudando a povoar? É possível que sintam essa participação, esses fantasmas, essa Teresa, por exemplo, agora distraída e distante? Há algum sinal que faça compreender termos sido, juntos, peixes de um mesmo mar? Donde me veio a idéia de que Teresa talvez participe de um universo privado, fechado em minha lembrança, desse mundo que através de minha fraqueza eu me compreendi ser o único onde será possível cumprir os atos mais simples, como por exemplo caminhar, beber um copo de água, escrever meu nome, nada, nem mesmo Teresa.

Por João Cabral de Melo Neto

Mal a lua se esconde e o sol começa a despontar. E com ele vem o nosso desejo de vencer mais um dia. Mais um dia de luta, mais um dia de vitória. Que o sol que brilha lá no alto, iluminando os nossos passos aqui, Possam nos permitir alcançar aquilo que mais nos transforma: A F E L I C I D A D E ! ! !

Por Cláudio M. Assunção

Não importa o que eu faça ou o quão duramente tente, parece que não alcanço as vertiginosas alturas da felicidade, do sucesso e da segurança, como fazem tantas pessoas. E não estou falando em me tornar milionária e viver feliz para sempre. Refiro-me apenas a chegar a um ponto em minha vida em que possa interromper o que estou fazendo, dar uma olhada ao meu redor, soltar um suspiro e pensar: agora estou onde quero estar.

Por Cecelia Ahern

Lembre-se de que a verdadeira arte de vender começa quando o freguês diz não.

Por H. Jackson Brown Jr