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"[...] o ingresso das mulheres, no sistema, nos postos de decisão, nos postos técnico-científicos, dá conotação muito boa à condução das coisas humanas. A mulher tem uma série de qualidades humanas que transmite ao sistema do qual ela participa. De certa forma, ela humaniza a vida." (LAURO DE OLIVEIRA LIMA, 1989)
Por Lauro de Oliveira LimaNúmeros, NM, 14:15, Se matares este povo de uma só vez, as nações, que antes ouviram a tua fama, dirão:
Por Números, Antigo TestamentoLembra da gente se amando? Você lembra de quando jurávamos amor eterno? E só de pensar em nos separar nossos olhos já enchiam de lágrimas, você lembra? E naqueles momentos que nossos corpos conversavam, não era possível distinguir o eu do você, tudo era nós, nosso mundo, nossa fantasia, nosso sonho, nossos três filhos, você lembra? E quando abria a porta com aquele sorriso e o cabelo ainda molhado, reclamava da bagunça que eu deixava sua cama, nossas pernas entrelaçadas... Você lembra de tudo isso? Ou foi só um sonho onde acordamos e tudo acabou? De repente, não mais que de repente tudo mudou!
Por Pedro VerasztoJá olhou pra uma pessoa e pensou: “O que passa na cabeça dela?” (Alegria)
Por Divertida Mente (filme)ser uma mulher é estar pronta para a guerra, sabendo que todas as probabilidades estão contra você.
Por Amanda LovelaceII Reis, 2RS, 9:36, Então voltaram e contaram isso a Jeú. Ele disse: - Esta é a palavra do Senhor, que ele falou por meio de Elias, o tesbita, seu servo, dizendo: ´No campo de Jezreel, os cães comerão a carne de Jezabel.
Por II Reis, Antigo TestamentoA DOR QUE DÓI MAIS Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
Por Martha MedeirosMarcos, MC, 8:19, <J>de quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços vocês recolheram?</J> Eles responderam: - Doze!
Por Marcos, Novo Testamento