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duas cadeiras conte para mim sobre como tudo anda difícil e nem a cerveja se paga e nem a escrita se cria me conte sobre os imprevistos e as curvas fechadas sobre os livros abandonados as exposições vazias de significado me fale sobre a rotina que esmaga com as palavras que sempre as mesmas se usa e sobre a cidade cinza os rios espumantes o quilo de sal caro que se come me conte sobre as temperaturas altas e os corações apáticos sobre as relações de supermercado os produtos políticos eu quero ouvir sobre as pequenas vidas os pequenos instantes de vida que ainda resistem aí
Por Jarid ArraesEzequiel, EZ, 10:8, Os querubins tinham debaixo das suas asas o que parecia ser mão humana.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoA verdadeira questão é: você pode amar o verdadeiro eu? Não a pessoa perfeita que quer que eu seja, não a imagem que tinha de mim, mas quem eu realmente sou.
Por Christine FeehanSe Jesus morreu para me perdoar, por que não perdoaria alguém que apenas disse algo sem pensar?
Por Emerson NunesSOs juízos de valor dos homens são inevitavelmente governados por seus desejos de felicidade, e que, portanto, são uma tentativa de escorar suas ilusões com argumentos.
Por Sigmund FreudÉ assim que te quero, amor, assim, amor, é que eu gosto de ti, tal como te vestes e como arranjas os cabelos e como a tua boca sorri, ágil como a água da fonte sobre as pedras puras, é assim que te quero, amada, Ao pão não peço que me ensine, mas antes que não me falte em cada dia que passa. Da luz nada sei, nem donde vem nem para onde vai, apenas quero que a luz alumie, e também não peço à noite explicações, espero-a e envolve-me, e assim tu pão e luz e sombra és. Chegastes à minha vida com o que trazias, feita de luz e pão e sombra, eu te esperava, e é assim que preciso de ti, assim que te amo, e os que amanhã quiserem ouvir o que não lhes direi, que o leiam aqui e retrocedam hoje porque é cedo para tais argumentos. Amanhã dar-lhes-emos apenas uma folha da árvore do nosso amor, uma folha que há-de cair sobre a terra como se a tivessem produzido os nosso lábios, como um beijo caído das nossas alturas invencíveis para mostrar o fogo e a ternura de um amor verdadeiro.
Por Pablo Neruda