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II Crônicas, 2CR, 26:21, Assim, o rei Uzias ficou leproso até o dia da sua morte. E, por ser leproso, morou numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor. E Jotão, seu filho, tinha a seu encargo o palácio real, governando o povo da terra.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Mãe Renovadora e reveladora do mundo A humanidade se renova no teu ventre. Cria teus filhos, não os entregues à creche. Creche é fria, impessoal. Nunca será um lar para teu filho. Ele, pequenino, precisa de ti. Não o desligues da tua força maternal. Que pretendes, mulher? Independência, igualdade de condições... Empregos fora do lar? És superior àqueles que procuras imitar. Tens o dom divino de ser mãe Em ti está presente a humanidade. Mulher, não te deixes castrar. Serás um animal somente de prazer e às vezes nem mais isso. Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar. Tumultuada, fingindo ser o que não és. Roendo o teu osso negro da amargura.

Por Cora Coralina

⁠Quando sento quieta para costurar uma roupa velha ou levanto a enxada para devolvê-la de novo ao chão, abrindo covas, arrancando as raízes das plantas, é que esse fio, que tem sido meu pensamento, vai se fazendo trama.

Por Itamar Vieira Júnior

⁠Aqui onde se espera... Sempre um lenço de despedida... Em alma que flutua... Na luz órfã do dia... São certos os abismos... Escondendo os perigos... Da mentira que roda e enlaça... Sufocando toda graça... Do falso amor sentido... Descobre-se impaciente os recados... Sentado à mesa dum café passado... Pega-se pensando e quando socorreste o miserável... Percebesse estar só e só ter criado embaraços... Talvez não suspeites... Que na verdade nenhum lugar ocupastes... Apenas distraites... Com o que não te pertences... Na escuridão que procura e adormece... Rolando o leito que se aquece... Nenhum conhecido que tivesse... O amor que o pegue criado... Terra assombrada que lhe é devida... Cuja vida é água a correr... Para a fronteira fechada... Enganando-se a sofrer... Aproveitar o tempo... Tirar da alma os bocados... Antes só... Que mal acompanhado... Sandro Paschoal Nogueira

Por Sandro Paschoal Nogueira

Como descubrir se uma mulher eh bonita . Faça um coque nela e veja se ela continua bonita se continuar sim se não o cabelo dela eh o que a faz bonita .

Por Ariana Grande

⁠Que gente o quê Eu só quero eu e você Não tem quem invente Um amor igual o da gente

Por Daya Luz

Provérbios, PV, 14:8, A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a insensatez dos tolos é enganadora.

Por Provérbios, Antigo Testamento

O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.

Por William Shakespeare

O homem nunca pode parar de sonhar. O sonho é o alimento da alma, como a comida é o alimento do corpo. Muitas vezes, em nossa existência, vemos nossos sonhos desfeitos e nossos desejos frustrados, mas é preciso continuar sonhando, senão nossa alma morre e Ágape não penetra nela. Muito sangue já rolou no campo diante dos seus olhos, e aí foram travadas algumas das batalhas mais cruéis da Reconquista. Quem estava com a razão, ou com a verdade, não tem importância: o importante é saber que ambos os lados estavam combatendo o Bom Combate. “O Bom Combate é aquele que é travado porque o nosso coração pede. Nas épocas heróicas, no tempo dos cavaleiros andantes, isto era fácil, havia muita terra para conquistar e muita coisa para fazer. Hoje em dia, porém, o mundo mudou muito, e o Bom Combate foi transportado dos campos de batalha para dentro de nós mesmos. “O Bom Combate é aquele que é travado em nome de nossos sonhos. Quando eles explodem em nós com todo o seu vigor – na juventude – nós temos muita coragem, mas ainda não aprendemos a lutar. Depois de muito esforço, terminamos aprendendo a lutar, e então já não temos a mesma coragem para combater. Por causa disto, nos voltamos contra nós e combatemos a nós mesmos, e passamos a ser nosso pior inimigo. Dizemos que nossos sonhos eram infantis, difíceis de realizar, ou fruto de nosso desconhecimento das realidades da vida. Matamos nossos sonhos porque temos medo de combater o Bom Combate. – O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo – continuou Petrus. – As pessoas mais ocupadas que conheci na minha vida sempre tinham tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar, e se queixavam constantemente que o dia era curto demais. Na verdade, elas tinham medo de combater o Bom Combate. “O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios, justos e corretos no pouco que pedimos da existência. Olhamos para além das muralhas do nosso dia-dia e ouvimos o ruído de lanças que se quebram, o cheiro de suor e de pólvora, as grandes quedas e os olhares sedentos de conquista dos guerreiros. Mas nunca percebemos a alegria, a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando, porque para estes não importa nem a vitória nem a derrota, importa apenas combater o Bom Combate. Finalmente, o terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de Domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem exigir mais do que queremos dar. Achamos então que estamos maduros, deixamos de lado as fantasias da infância, e conseguimos nossa realização pessoal e profissional. Ficamos surpresos quando alguém de nossa idade diz que quer ainda isto ou aquilo da vida. Mas na verdade, no íntimo de nosso coração, sabemos que o que aconteceu foi que renunciamos à luta por nossos sonhos, a combater o Bom Combate. – Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz – disse ele depois de um tempo – temos um pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e as psicoses. O que queríamos evitar no combate – a decepção e a derrota – passa a ser o único legado de nossa covardia. E um belo dia, os sonhos mortos e apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte, a morte que nos livrasse de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível paz das tardes de domingo. (Diários de um Mago)

Por Paulo Coelho

O que é que ela esperava depois de sete anos sem nos vermos? Sim, o que é que ela esperava? Aliás, o que é que eu esperava? Será que a gente nunca chega mesmo a perder as esperanças?

Por Ingmar Bergman