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II Reis, 2RS, 24:16, O rei da Babilônia levou cativos para a Babilônia todos os homens valentes, em número de sete mil, e ainda mil artífices e ferreiros, todos eles treinados para a guerra.
Por II Reis, Antigo TestamentoDiscurso que não vai pra ação, coerência em queda Revolução pra alguns é nascer e morrer na merda Falecer no anonimato com conta e um sonho frustrado Já que viver do que ama por aqui é pecado
Por Coruja BC1A castidade com que abria as coxas e reluzia a sua flora brava Na mansuetude das ovelhas mochas, e tão estreita, como se alargava. Ah, coito, coito, morte de tão vida, sepultura na grama, sem dizeres Em minha ardente substância esvaída, eu não era ninguém e era mil seres em mim ressuscitados Era Adão, primeiro gesto nu ante a primeira negritude de corpo feminino Roupa e tempo jaziam pelo chão E nem restava mais o mundo, à beira dessa moita orvalhada, nem destino.
Por Carlos Drummond de AndradePra que sofrer se nada é pra sempre? Pra que correr se nunca me vejo de frente? Nada como um dia após dia, uma noite, um mês...
Por Capital InicialQuando o meu sonho vi desmoronar Me trouxeste outros pra recomeçar Quando me esqueci que era alguém na vida Teu amor veio me relembrar
Por Adriana ArydesJuízes, JZ, 21:8, E perguntaram: - Há alguma das tribos de Israel que não tenha comparecido à presença do Senhor em Mispa? E eis que ninguém de Jabes-Gileade tinha ido ao acampamento, à assembleia.
Por Juízes, Antigo TestamentoSabia que pagamos para outras pessoas fazerem isso? Não precisa fazer tudo sozinho.
Por A Casa Sombria (filme)Marcos, MC, 12:18, Então alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição, aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram:
Por Marcos, Novo TestamentoLEMBRANÇAS DE MORRER Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, - Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro; Como o desterro de minh’alma errante, Onde fogo insensato a consumia: Só levo uma saudade - é desses tempos Que amorosa ilusão embelecia. Só levo uma saudade - é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas. De ti, ó minha mãe, pobre coitada, Que por minha tristeza te definhas! Se uma lágrima as pálpebras me inunda, Se um suspiro nos seios treme ainda, É pela virgem que sonhei. que nunca Aos lábios me encostou a face linda! Só tu à mocidade sonhadora Do pálido poeta deste flores. Se viveu, foi por ti! e de esperança De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo. Ó minha virgem dos errantes sonhos, Filha do céu, eu vou amar contigo! Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: Foi poeta - sonhou - e amou na vida.
Por Álvares de Azevedo