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⁠Quanto melhor você aprende a cuidar de si mesmo, menos se contenta em estar perto de pessoas que não podem ou não querem tratá-lo tão bem como você está acostumado.

Por Curtis Sittenfeld

Mateus, MT, 27:32, Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar a cruz de Jesus.

Por Mateus, Novo Testamento

O saber nos torna mais livres.

Por Cesar Vallejo

A maioria das coisas que desaparecem são lindas.

Por Doom At Your Service

O amor depois do amor Tempo virá quando, com euforia, você irá se cumprimentar chegando, a sua própria porta, em seu próprio espelho e cada um sorrirá ao seja bem-vindo do outro e dirá, sente-se aqui. Coma. Você vai de novo amar o estranho que era você mesmo. Ofereça vinho. Ofereça pão. Devolva seu coração a si mesmo, para o estranho que amou você toda a sua vida, quem você ignorou por outro, que conhece você de coração. Derrube as cartas de amor da estante, as fotografias, as notas desesperadas, descasque sua própria imagem do espelho. Sente-se. Celebre a sua vida.

Por Derek Walcott

Salmos, SL, 69:2, Estou atolado num profundo lamaçal, que não dá pé. Entrei em águas profundas, e estou sendo arrastado pela correnteza.

Por Salmos, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 29:6, Jacó perguntou ainda: - Ele vai bem? Eles responderam: - Sim, vai bem. Olhe! Raquel, a filha dele, vem vindo aí com as ovelhas.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Lado a lado com a espécie humana corra outra raça de seres, os inumanos, a raça dos artistas que, incitados por desconhecidos impulsos, tomam a massa sem vida da humanidade e, pela febre e pelo fermento com que a impregnam, transformam a massa úmida em pão, e o pão em vinho, e o vinho em canção. Do composto morto e da escória inerte criam uma canção que contagia. Vejo esta outra raça de indivíduos esquadrinhando o universo, virando tudo de cabeça para baixo, os pés sempre se movendo em sangue e lágrimas, as mãos sempre vazias, sempre se estendendo na tentativa de agarrar o além, o deus inatingível: matando tudo ao seu alcance que lhe rói as entranhas (...) Um homem que pertence a essa raça precisa ficar em pé no lugar alto, com palavras desconexas na boca, e arrancar as próprias entranhas. É certo e justo, porque ele precisa! E tudo quanto fique aquém dessa aterrorizador espetáculo, tudo quanto seja menos sobressaltante, menos tetrificante, menos louco, menos delirante, menos contagiante, não é arte. O resto é falsificação. O resto é humano. O resto pertence à vida e à ausencia de vida. Henry Miller

Por Henry Miller

⁠Muitas vezes nós ficamos tão envolvidos analisando e dissecando todos os resultados possíveis que perdemos as oportunidades da vida.

Por Andy Puddicombe

Podes invocar Safo, Cavafy ou S. João da Cruz todos os poetas celestiais que ninguém te virá acudir Comprometidos definitivamente os teus planos de eternidade

Por Jorge de Sousa Braga