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Aprenda a gostar de seus fracassos, pois são eles que o construirão. Seus fracassos é que darão sabor às suas vitórias.

Por Joël Dicker

II Coríntios, 2CO, 5:21, Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

Por II Coríntios, Novo Testamento

O prisioneiro que tem a porta do seu cárcere aberta e não se liberta é um covarde.

Por Khalil Gibran

Provérbios, PV, 1:15, Meu filho, não se ponha a caminho com eles; fique com os seus pés longe das suas veredas!

Por Provérbios, Antigo Testamento

Sol no girassol. Sombra desenha outra flor no corpo dourado.

Por Aníbal Beça

Dizer que mulheres negras são intelectuais e precisam ser posicionadas como pensadoras relevantes para a História do Brasil é inovação científica dentro da Academia. E é um tipo de inovação científica que incomoda, porque mexe com as estruturas e com os lugares consolidados de privilégio.

Por Giovana Xavier

Um bom exemplo é o melhor sermão.

Por Benjamin Franklin

Jeremias, JR, 16:6, Nesta terra, morrerão tanto grandes como pequenos e não serão sepultados nem prantearão por eles. Não se farão por eles cortes na pele nem por eles se raparão as cabeças.

Por Jeremias, Antigo Testamento

I Tessalonicenses, 1TS, 3:11, Que o próprio Deus, o nosso Pai, e Jesus, o nosso Senhor, preparem o nosso caminho para podermos ir visitar vocês.

Por I Tessalonicenses, Novo Testamento

Escolhas de uma vida A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida". Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços... Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas. Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as consequências destas ações. Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...

Por Pedro Bial