Veja outros textos inspiradores!
Aqueles que queimam livros, que banem e matam poetas, sabem exatamente o que fazem. Seu poder é incalculável. Precisamente porque o mesmo livro e a mesma página podem ter efeitos totalmente díspares sobre diferentes leitores. Podem exaltar ou aviltar; seduzir ou enojar; estimular a virtude ou a barbárie, acentuar a sensibilidade ou banalizá-la.
Por George SteinerI Crônicas, 1CR, 6:40, filho de Micael, filho de Baaseias, filho de Malquias,
Por I Crônicas, Antigo TestamentoVocê pode dizer que eu me afastei de você, mas você também se afastou de mim. Então, eu não entendo de onde vem toda essa raiva, mas se você quiser conversar, sabe onde me encontrar.
Por Cruel SummerMateus, MT, 5:40, <J>Se alguém quer processar você e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoA única limitação real em suas habilidades está no nível de seus desejos. Se deseja algo com a força suficiente, não haverá limites para o que possa conseguir.
Por Brian TracyII Samuel, 2SM, 13:3, Mas Amnom tinha um amigo que se chamava Jonadabe, filho de Simeia, irmão de Davi. Jonadabe era um homem muito esperto.
Por II Samuel, Antigo TestamentoEntre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”
Por Alphonsus de Guimaraens