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Até Amanhã Sei agora como nasceu a alegria, como nasce o vento entre barcos de papel, como nasce a água ou o amor quando a juventude não é uma lágrima. É primeiro só um rumor de espuma à roda do corpo que desperta, sílaba espessa, beijo acumulado, amanhecer de pássaros no sangue. É subitamente um grito, um grito apertado nos dentes, galope de cavalos num horizonte onde o mar é diurno e sem palavras. Falei de tudo quanto amei. De coisas que te dou para que tu as ames comigo: a juventude, o vento e as areias.

Por Eugénio de Andrade

Sem horas e sem dores, respeitável público pagão, bem-vindo ao Teatro Mágico! Sintaxe à vontade..." Assim, brincando com um jogo de palavras, com os rostos pintados, vestidos com trapos e com narizes de palhaços, a trupe do Teatro Mágico há dois anos apresenta ao público uma mescla de circo, dança, teatro, música e poesia. O idealizador do projeto é o vocalista da trupe, Fernando Anitelli, que se inspirou no livro O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, que discute a existência de vários personagens que trazemos dentro de nós mesmos. O protagonista da história, Harry Heller, se depara com um luminoso no qual se lê O Teatro Mágico - Entrada para Raros. “Aquilo me chamou muito a atenção porque eu sou uma pessoa rara, só tem um de mim. Assim como todos os momentos e todas as pessoas são raros”, diz. O grupo que possui formação variada de 11 a 22 pessoas de acordo com o local do show possui números bastante significativos de público e de venda de cds e dvs a preços módicos, R$5,00 e R$10,00 respectivamente. “Acho um desrespeito com o público cobrar mais de R$20,00 um cd sendo que nem 10% dessa quantia fica com o artista. O nosso material é organizado e vendido pelo meu pai Odácio Anitelli em todos os nossos shows e já vendemos cerca de quatro mil cds”, comenta. Mas como a trupe possui cerca de 500 pessoas em seus shows e vende uma média de 150 cds por noite tudo por fora da mídia? Anitelli explica “o nosso sucesso é através do boca-a-boca, dos amigos que levaram os amigos, que levaram os amigos e assim sucessivamente. Vez ou outra participamos de programas de tv, damos entrevistas para jornais ou revistas, mas a mídia mais palpável, a que podemos mensurar a aceitação do público, é o Orkut, rede de amigos através da Internet”, pontua. Existem 20 comunidades que se referem ao teatro mágico no Orkut. A maior delas intitulada O Teatro Mágico possui mais de 2.500 membros, além de outras menores com o nome de músicas, de fãs, de apresentações em determinados espaços e até de outros estados como Bahia, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Ainda não nos apresentamos fora do Estado de São Paulo, mas tivemos duas aparições na TV. Isso foi o suficiente para que as pessoas nos conhecessem e divulgassem o nosso trabalho”.

Por Fernando Anitelli

⁠Nós não devemos esquecer de onde viemos.

Por Donzela (filme)

A grande arma do investidor disciplinado com visão de longo prazo é a regularidade.

Por Gustavo Cerbasi

Eu seria capaz de jurar que é aquele seu lobo que o mantém vivo. A criatura fica junto à sua janela dia e noite uivando. E sempre que o afugentam, ele volta. O mestre disse que uma vez fecharam a janela, para abafar o barulho, e Bran pareceu ficar mais fraco. Quando voltaram a abri-la, seu coração bateu com mais força.

Por George R. R. Martin

"Pessoas são pessoas e não teclas de piano"

Por Eugene Peterson

Querer o que você tem é supostamente o segredo da felicidade...

Por Jean Hanff Korelitz

II Crônicas, 2CR, 34:24, ´Assim diz o Senhor: Eis que trarei desgraça sobre este lugar e sobre os seus moradores, a saber, todas as maldições escritas no livro que leram diante do rei de Judá.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Esdras, ED, 8:24, Então separei doze dos principais sacerdotes, isto é, Serebias, Hasabias e dez dos seus irmãos.

Por Esdras, Antigo Testamento

Zé doidinho Aconteceu no Maranhão, Com um tal Zé doidinho, Homem inteligente e sábio; E também espertinho. Conhecidos nos bares e cabaré da solidade Por ter morado com duas irmãs gêmeas: Embriagues e sobriedade. Morando com embriagues, Zé doidinho não tinha paz nem sossego, Eram criticas de todos os lados; E não parava no emprego. Dormia pouco e enchia o saco, A vida era agonia e desapego; Os crentes diziam, sai diabo! Destruindo ainda mais o seu ego. Um dia sem explicação, O Zé deixou embriagues; Foi morar com a cunhada Que morava próxima a Inês Por ser ela mais alinhada E usar perfume Francês. A noticia correu rápido Sendo o caso do mês. Tudo parecia um sonho, Os primeiros dias com sobriedade, A terra parecia o céu; Era maior felicidade. E a todos ele dizia, Eu amo a sobriedade! E nunca mais a deixarei; Até a eternidade. Este fato aconteceu, Meu caro leitor, Na ilha mais bela do mundo; São Luis ilha do amor. Terra de poetas filósofo e escritor. Ferreira Gullar, Humberto, Josué Montello... Volta ao meu Maranhão E o que mais anelo.

Por Guilherme-Guilherme