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Hebreus, HB, 10:1, Ora, visto que a lei é apenas uma sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca consegue aperfeiçoar aqueles que se aproximam de Deus com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, continuamente, eles oferecem.

Por Hebreus, Novo Testamento

Faça perguntas. Permaneça curioso. É muito mais importante estar interessado do que ser interessante.

Por Jane Fonda

Salmos, SL, 50:6, Os céus anunciam a sua justiça, porque é o próprio Deus que julga.

Por Salmos, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 7:10, e depois vêm e se põem diante de mim neste templo que se chama pelo meu nome, e dizem: ´Estamos salvos!` Sim, só para continuarem a praticar essas abominações!

Por Jeremias, Antigo Testamento

Esse sonho parece impossível, né? Mas até que chega uma hora que ele muda. Muda de nome e vira realidade.

Por Além do Guarda-Roupa (série)

Salmos, SL, 42:2, A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando irei e me apresentarei diante da face de Deus?

Por Salmos, Antigo Testamento

E são tantas marcas Que já fazem parte Do que eu sou agora Mas ainda sei me virar

Por Os Paralamas do Sucesso

Trabalhe em dois livros, simultaneamente. Dedique a maior parte do seu tempo ao livro 1. É nele que você colocará os melhores poemas. No livro 2, escreva o que vier à cabeça, sem muitas preocupações temáticas ou estilísticas. Ele vai funcionar como um caderno de exercícios e provavelmente nunca será lido. Enquanto isso, continue trabalhando com afinco nos poemas do livro 1. Ao final do processo, jogue fora os poemas do livro 1 e publique o livro 2.

Por Bruno Brum

Nossa cabeça está repleta de idéias ilusórias e regras convencionais que têm nos aprisionado em obrigações que nos limitam e paralisam. Já a alma não. Ela tem a sensibilidade espiritual natural que preserva nosso equilíbrio e bem-estar. Se seguirmos nossa alma, encontraremos o melhor caminho. É ela que sente e reage. Se prestarmos atenção a ela, perceberemos que há coisas que abrem nosso coração e nos deixam de bem com a vida e há outras que provocam aperto dentro do peito e nos incomodam. É assim que nossa alma fala conosco. Mas o que dificulta é que nos habituamos a valorizar o racional em detrimento dos sentimentos. A idéia de que somos maus, de que precisamos domar nossa fera interior e manter controle para não fazermos muitas besteiras, generalizou-se. Tememos que, se seguirmos os impulsos do coração e liberarmos nossos sentimentos, acabaremos fazendo coisas ruins. Para conquistar a admiração dos outros e sermos aceitos, entramos nas regras, sepultamos nossos sentimentos, enterramos nossos talentos e nos tornamos meros atores representando papéis de conveniência. Isso cria infelicidade, aquele vazio no peito, a depressão, o tédio. É isso que nos impede de ouvir os verdadeiros sentimentos, de abrir nossa intuição e valorizar nosso espírito.

Por Zíbia Gasparetto

Portanto, somos nós, aqui, a ter a responsabilidade da mudança. Devemos começar por nós mesmos, aprendendo a não rejeitar antecipadamente o novo, o surpreendente, aquilo que parece ser radical. Isto significa afastar os destruidores de idéias, que apressadamente reprovam qualquer proposta nova como irracional. Eles defendem tudo aquilo que já existe como racional, independente de quanto possa ser absurdo ou superado. Isto significa lutar pela liberdade de expressão e pelo direito de manifestar as próprias idéias, mesmo quando heréticas, e isto significa iniciar já este processo de reconstrução, antes que a ulterior degradação dos sistemas políticos faça retornar nas praças o totalitarismo, tornando impossível uma transição pacífica rumo à democracia do século XXI. Se começarmos agora, nós e nossos filhos poderemos participar da reconstrução não somente das nossas obsoletas estruturas políticas, mas de nossa própria civilização. Como a geração dos revolucionários do passado, nós temos um destino a criar.

Por Carlos Fuentes