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Números, NM, 22:12, Então Deus disse a Balaão: - Não vá com eles, nem amaldiçoe o povo; porque é povo abençoado.
Por Números, Antigo TestamentoVou pequena e pianinho Fazer minhas orações Eu me rendo da vaidade Que destrói as relações Pra me encher do que importa Preciso me esvaziar Minhas feras encarar Me reconhecer hipócrita
Por Flaira FerroA minha memória ouve ainda agora as pancadas do coração naquele instante. Não esqueças que era a emoção do primeiro amor.
Por Dom CasmurroMarcos, MC, 7:1, Os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém, reuniram-se em volta de Jesus.
Por Marcos, Novo TestamentoEu já vou-me embora, vou zarpar Vou dar o fora, vou voar Vai ser agora, e é pra já É essa a hora de mudar
Por Chico Pinheiro (compositor)Os vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.
Por Fernando Echevarría