Veja outros textos inspiradores!

A vida vale a pena viver, desde que haja riso nela.

Por L.M. Montgomery

Números, NM, 22:12, Então Deus disse a Balaão: - Não vá com eles, nem amaldiçoe o povo; porque é povo abençoado.

Por Números, Antigo Testamento

Vou pequena e pianinho Fazer minhas orações Eu me rendo da vaidade Que destrói as relações Pra me encher do que importa Preciso me esvaziar Minhas feras encarar Me reconhecer hipócrita

Por Flaira Ferro

⁠Homens desesperados são fáceis de inspirar, mas difíceis de tranquilizar.

Por Barry Strauss

A minha memória ouve ainda agora as pancadas do coração naquele instante. Não esqueças que era a emoção do primeiro amor.

Por Dom Casmurro

Livros eram minha paixão e minha fuga da loucura.

Por Dorothea Benton Frank

Marcos, MC, 7:1, Os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém, reuniram-se em volta de Jesus.

Por Marcos, Novo Testamento

Aprofundar-se na História significa cessar de ser um protestante.

Por John Henry Newman

⁠Eu já vou-me embora, vou zarpar Vou dar o fora, vou voar Vai ser agora, e é pra já É essa a hora de mudar

Por Chico Pinheiro (compositor)

Os vivos ouvem poucamente. As plantas, como o elemento aquático domina, são dadas à conversa. A menor brisa abala a urna de concórdia estremecida que, assim, sensível, se derrama e é solidão solícita. Os vivos não ouvem nada. Mas, havendo acedido a essa malícia de experiência cândida, os mortos deixam que o ouvido siga o fluvial diálogo das plantas umas com outras e todas com a brisa. Melhor ainda. Quando, nas noites cálidas, as plantas se sentem mais sozinhas, os mortos brincam à imitação das águas inventando palavras de consonâncias líquidas. E esse amoroso cuidado de palavras a urna de concórdia vegetal espevita até que, a horas altas, a noite, os mortos e as plantas caiam no sono duma luz solícita.

Por Fernando Echevarría