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II Reis, 2RS, 8:6, O rei interrogou a mulher, e ela lhe contou tudo. Então o rei colocou um oficial à disposição da mulher e lhe deu a seguinte ordem: - Faça com que lhe seja restituído tudo o que era dela, inclusive todas as rendas do campo desde o dia em que deixou a terra até agora.

Por II Reis, Antigo Testamento

Salmos, SL, 147:1, Aleluia! Bom e amável é cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor.

Por Salmos, Antigo Testamento

Lucas, LC, 14:15, Ao ouvir tais palavras, um dos que estavam à mesa com Jesus lhe disse: - Bem-aventurado aquele que participar do banquete no Reino de Deus.

Por Lucas, Novo Testamento

Provérbios, PV, 29:27, Para os justos, a pessoa iníqua é abominação, e o reto em seu caminho é abominação ao ímpio.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Levítico, LV, 7:7, - Como a oferta pelo pecado, assim será a oferta pela culpa; uma única lei haverá para elas: será do sacerdote que, com ela, fizer expiação.

Por Levítico, Antigo Testamento

⁠Não aguento o silêncio. Sempre preciso de música tocando na minha cabeça. Ela equilibra as coisas. Preenche o vazio. Quanto mais música no mundo, menos vazio.

Por A Voz Suprema do Blues

I Crônicas, 1CR, 21:6, Porém os de Levi e Benjamim não foram contados entre eles, porque a ordem do rei foi abominável a Joabe.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Levítico, LV, 13:37, Mas, se, na opinião do sacerdote, a micose parou, e pelos pretos cresceram nela, a micose está sarada; a pessoa está pura, e o sacerdote declarará que ela está pura.

Por Levítico, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 1:14, veio um mensageiro a Jó e lhe disse: - Os bois estavam lavrando e as jumentas estavam pastando junto a eles.

Por Jó, Antigo Testamento

POEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Por Fernando Pessoa