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Êxodo, EX, 34:19, Todo o primeiro filho que nascer é meu. Também de todo o seu gado, o primeiro filhote macho de vacas e ovelhas é meu.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Sei que te bastam minhas mãos. Nelas podes ler as linhas do destino mover as estações do ano, alinhavar em língua de espanto a vertigem das manhãs. Minhas mãos, poderosas mãos, tão grandes que tocam as nuvens, tão fortes que calam os lábios tão ligeiras que podem tudo. Tão delicadas, e tão rudes. Minhas mãos, escravas mãos, de tuas vontades e virtudes.

Por Claufe Rodrigues

Marcos, MC, 10:37, Eles responderam: - Permite-nos que, na sua glória, nos assentemos um à sua direita e o outro à sua esquerda.

Por Marcos, Novo Testamento

Bebamos! Nem um canto de saudade! Morrem na embriaguez da vida as dores! Que importam sonhos, ilusões desfeitas? Fenecem como as flores!

Por José Bonifácio

⁠Eles querem te botar um chip, por onde você ouve a música Então proteja bem a nuca

Por Froid

Lucas, LC, 16:14, Os fariseus, que eram avarentos, ouviam tudo isto e zombavam de Jesus.

Por Lucas, Novo Testamento

A culinária é uma das maiores expressões do comportamento humano, do saber humano,da criatividade humana, muito do saber humano está naquilo que você come.

Por Gilberto Freyre

Somente o Amor e a Arte tornam a Vida mais suportável. Mergulhar nas suas profundezas é elevar a Alma ao mais alto de si mesmo.

Por José Paulo Santos

Se eles pudessem, o meu pai e a minha mãe tinham criado uma redoma de vidro e me botado dentro, pra não me chegar nenhuma chateação, nenhuma palavra de desabono.

Por Janaína Dutra

O que me impressionava como a prova mais maravilhosa da minha aptidão, ou inaptidão, para a época é o fato de nada do que as pessoas diziam ou escreviam ter tido qualquer verdadeiro interesse para mim. Só o objeto me perseguia, a coisa separada, destacada, insignificante. Podia ser uma parte do corpo humano ou uma escada numa casa de vaudeville, podia ser uma chaminé ou um botão achado na sarjeta. Fosse o que fosse, permitia-me desabafar, render-me, apor a minha assinatura. E não podia apor a minha assinatura à vida que me cercava, às pessoas que compunham o mundo que conhecia. Estava definitivamente fora do seu mundo, como um canibal está fora das fronteiras da sociedade civilizada. Estava cheio de um amor perverso pela coisa em si - não um apego filosófico, mas sim de uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se na coisa abandonada, sem valor, ignorada por todos, estivesse contido o segredo da minha própria regeneração.

Por Henry Miller