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⁠Eu sou movido a gasolina aditivada Eu sou um louco forasteiro a procura de amor E só paro pra tocar as cordas da minha guitarra

Por Landau

Por que caímos? Para que possamos aprender a nos levantar.

Por Alfred Pennyworth

Deuteronômio, DT, 9:24, Vocês têm sido rebeldes contra o Senhor, desde o dia em que os conheci.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Tem uma palavra em foguês: tishok. Significa abraçar a luz enquanto ela queima, porque nem sempre ela dura pela eternidade.

Por Elementos (filme)

Teus olhos entristecem. Teus olhos entristecem Nem ouves o que digo. Dormem, sonham esquecem... Não me ouves, e prossigo. Digo o que já, de triste, Te disse tanta vez... Creio que nunca o ouviste De tão tua que és. Olhas-me de repente De um distante impreciso Com um olhar ausente. Começas um sorriso. Continuo a falar. Continuas ouvindo O que estás a pensar, Já quase não sorrindo. Até que neste ocioso Sumir da tarde fútil, Se esfolha silencioso O teu sorriso inútil.

Por Fernando Pessoa

Amós, AM, 1:3, Assim diz o Senhor: ´Por três transgressões de Damasco, sim, por causa de quatro, não suspenderei o castigo. Porque passaram um instrumento de trilhar com pontas de ferro sobre Gileade.

Por Amós, Antigo Testamento

O conhecimento passou a ser o principal fator de produção e geração de riquezas.

Por Bill Gates

Os desafios são o que tornam a vida interessante e superá-los é o que dá sentido à vida.

Por Joshua J. Marine

Amós, AM, 9:3, Se eles se esconderem no alto do Carmelo, irei atrás deles e de lá os tirarei. E, caso se ocultarem dos meus olhos no fundo do mar, ali darei ordem à serpente, e ela os morderá.

Por Amós, Antigo Testamento

Última flor do Lácio, inculta e bela, És a um tempo, esplendor e sepultura: ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela. Amo-te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!" E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Por Olavo Bilac