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Trabalhar como modelo era uma forma de explorar todas as facetas da minha personalidade, incluindo aquelas que eu nem sabia que tinha. Sendo ela, podia expressar qualquer emoção, qualquer atitude. Era como se, me desconectando de mim mesma, pudesse ser livre, enquanto mantinha o meu eu verdadeiro escondido e seguro.

Por Gisele Bündchen

Levítico, LV, 21:2, a não ser que se trate de um parente mais chegado: a mãe, o pai, um filho, uma filha, um irmão.

Por Levítico, Antigo Testamento

Um ambiente de trabalho encorajador é uma grande fundação para se começar a construir uma carreira promissora.

Por Bob Nelson

“Amar a humanidade é, de todas as formas de amor, a mais estúpida. Porque o sujeito ama a humanidade, mas na verdade não ama nenhum ser humano especificamente. Jesus Cristo nunca amou a humanidade, amava os seres humanos.”

Por José Monir Nasser

⁠Sentindo a energia em sua volta, você chega ao equilíbrio. Chegando ao equilíbrio, você sente a energia.

Por Avatar: O Último Mestre do Ar (série)

Seja agradável, mesmo com aquela pessoa que te deseja o mal, não dê muita importância às coisas fúteis, elas logo passam. Demonstre suas felicidades, mesmo naqueles dias péssimos e seja otimista. O importante mesmo é ser feliz.

Por Kauan Pinheiro

⁠Temos que arranjar um exército! (Zhen)

Por Kung Fu Panda 4

Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar O mar é das gaivotas Que nele sabem voar O mar é das gaivotas E de quem sabe navegar. Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar Brigam Espanha e Holanda Porque não sabem que o mar É de quem o sabe amar. . . . Leila Diniz,1965

Por Leila Diniz

Ruínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.

Por Machado de Assis

Mudar de preocupação faz-me tão bem como tirar férias.

Por David Lloyd George