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II Crônicas, 2CR, 7:11, Assim, Salomão acabou de construir a Casa do Senhor e o palácio real. Tudo o que Salomão tinha planejado fazer na Casa do Senhor e no seu palácio ele efetuou com sucesso.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoJoão, JO, 4:44, Porque o próprio Jesus testemunhou que um profeta não tem honra na sua própria terra.
Por João, Novo Testamento... descobri outro dia que o Quintana, na verdade, é um anjo disfarçado de homem. Às vezes, quando ele se descuida ao vestir o casaco, suas asas ficam de fora. (Ah! Como anjo seu nome não é Mario e sim Malaquias)...
Por Érico VeríssimoJó, JÓ, 13:11, A grandeza dele não os amedrontaria? E o terror dele não cairia sobre vocês?
Por Jó, Antigo TestamentoOrganiza o Natal Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom. Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo. Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento. A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro. A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém. Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz. O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor. Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível. A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã. O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive. E será Natal para sempre. Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade. Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.
Por Carlos Drummond de AndradeO "progresso social" não se exprime apenas pelo volume da renda global ou pela renda média per capita, que é uma abstração estatística.
Por Josué de CastroAPENAS Que eu trove, somente, a minha saudade Como se fosse o suspiro em mais um verso A rima perdida na recordação, no disperso Enfim, a sensação de liberdade e de vontade Que eu liberte uma qualquer imaginação: Olhares meigos e aquela aprazível alegria Inspirada pra você, com a ventura luzidia Inteira, pelos vários sentidos duma emoção Que me tenhas teu, só teu, a todo momento E seja o sentimento, a tua boca o meu alento Ousadia, companhia e tão cheio de fantasia E que, apenas, sinta, sussurre á minha prosa Agrados, emoções, aquela ternura carinhosa Na poética saudosa com porção de nostalgia. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 10 dezembro, 2021, 21’04” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolEu sempre gostei de disfarces. É o que a gente faz quando não sabemos quem somos, né? Se fantasia e inventa um novo passado pra esquecer o antigo.
Por Dogman (filme)Neemias, NE, 5:9, Disse mais: - Não é bom o que vocês estão fazendo. Não é fato que vocês deviam andar no temor do nosso Deus, para evitar a vergonha diante de nossos inimigos, os gentios?
Por Neemias, Antigo Testamento