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É como se todos nós, no fundo sentíssemos que nascemos apenas para obedecer a um chamado, e obedecer docilmente, a obedecer a qualquer um que nos convoque para vitória, mesmo que na verdade, nos convide para morte. A conclusão humilhante é que, todos, homens e carneiros, sentimos que nascemos para fazer parte de um rebanho.
Por Rachel de QueirozA força da independência é a força pra se posicionar. E servir propósitos maiores que si mesma. Essa é a lição que deve aprender. (Rost)
Por Horizon Zero DawnSalmos, SL, 107:30, Então se alegraram com a calmaria; e, assim, os levou ao porto desejado.
Por Salmos, Antigo TestamentoIsaías, IS, 47:9, ´Mas ambas estas coisas virão sobre você num momento, no mesmo dia: perda de filhos e viuvez; virão em cheio sobre você, apesar da multidão das suas feitiçarias e da abundância dos seus encantamentos.
Por Isaías, Antigo TestamentoII Crônicas, 2CR, 8:9, Mas Salomão não obrigou nenhum israelita a trabalhar para ele como escravo. Os israelitas eram homens de guerra, seus comandantes, chefes dos seus carros de guerra e dos seus cavaleiros.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoSou um demônio do tipo desesperado, um desespero mais profundo do que o mais profundo oceano escuro.
Por Assim falava Kishibe RohanProvérbios, PV, 4:18, Mas a vereda dos justos é como a luz do alvorecer, que vai brilhando mais e mais até ser dia claro.
Por Provérbios, Antigo TestamentoWilliam Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.
Por Neno MarquesI Timóteo, 1TM, 3:11, Do mesmo modo, quanto a mulheres, é necessário que elas sejam respeitáveis, não maldizentes, moderadas e fiéis em tudo.
Por I Timóteo, Novo Testamento