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⁠Tem como ser um pouco menos linda? Tem como eu ser o dono da minha vida? Tem como não ser assim tão perfeita? Já tomou meu coração e tá subindo pra cabeça

Por Felipe Araújo (cantor)

Apocalipse, AP, 8:13, Então vi e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com voz forte: - Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa do som das outras trombetas que os três anjos ainda vão tocar!

Por Apocalipse, Novo Testamento

As pessoas ao redor parecem manequins. Olhar os seres humanos já é depressivo, se exibindo por pagar mil reais num jeans que sai da moda, por isso prefiro comprar livros.

Por Choice

Tudo que fazemos tem consequências e repercussões, cada ato de bondade e de maldade, cada amizade e cada inimigo que fazemos. Tudo está conectado.

Por Cressida Cowell

Não podemos alterar fatos objetivos. Mas as interpretações subjetivas podem ser alteradas a quantidade de vezes que quisermos. E somos habitantes de um mundo subjetivo.

Por A coragem de não agradar

O seu cérebro pode fazer coisas incríveis para se proteger da dor.

Por Beth O'Leary

O som dos seus sapatos Cortava em pedaços Os meus sonhos e as minhas fantasias Seus olhos apertados Queimavam como cigarros

Por Geo

Ela nunca teve uma pessoa em quem pudesse confiar. Nem sua mãe, nem seu pai, nem amigos, nem sua irmã. Ninguém. E esse é um lugar muito assustador e escuro para se estar.

Por Britney Vs Spears (documentário)

O homem, a guerra, o desastre e o infortúnio “Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação. Da paz se diz que é podre, porque é o estarmos recaídos sobre nós, a inatividade, a derrota que sobrevém não apenas ao que ficou derrotado, mas ainda ou sobretudo ao que venceu. O que ficou derrotado é o mais feliz pela necessidade iniludível de tentar de novo a sorte. Mas o que venceu não tem paz senão por algum tempo no seu coração alvoroçado. A guerra é o estado natural do bicho humano, ele não pode suportar a felicidade a que aspirou. Como o grupo de futebol, qualquer vitória alcançada é o estímulo insuportável para vencer outra vez. Imaginar o mundo pacificado em aceitação e contentamento consigo é apenas o mito que justifique a continuação da guerra. A paz é insuportável como a pasmaceira. Nas situações mais vulgares, nós vemos a imperiosa necessidade de desafiar, irritar, provocar, agredir, sem razão nenhuma que não seja a de agitar a quietude, destruir a estagnação, fazer surgir o risco, a aventura. É o que leva o jogador a jogar, mesmo que não necessite de ganhar, pelo puro prazer de saborear o poder perder para a hipótese de não perder e ganhar. A excelência de nós próprios só se entende se se afirmar sobre o que o não é. Numa sociedade de ricaços ninguém era feliz. Seria então necessário que por qualquer coisa houvesse alguns felizes sobre a infelicidade dos outros. O homem é o lobo do homem para que este possa ser o cordeiro daquele. Nenhuma luta se destina a criar a justiça, mas apenas a instaurar a injustiça. O homem é um ser sem remédio. Todo o remédio que ele quiser inventar é só para sobrepor a razão ao irracional que de fato é. Toda a história das guerras é uma parada de comédia para iludir a sua invencível condição de tragédia. A verdade dele é o crime. E tudo o mais é um pretexto para o disfarçar. A fábula do lobo e do cordeiro já disse tudo. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais imaginação para inventar razões. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais hábitos de educação. E a razão é uma forma de sermos educados.” Vergílio Ferreira, in Conta-Corrente IV

Por Vergílio Ferreira

"Se nem tudo são flores dê valor aos espinhos"

Por Felipe Arco