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Levítico, LV, 24:18, Mas quem matar um animal deve restituí-lo: igual por igual.
Por Levítico, Antigo TestamentoSe escrevo romances é porque só através deles é possível dizer certas coisas que estão recalcadas. O romance desvela a realidade, põe a injustiça a nu, possibilitando a identificação e eternizando o universo que ele cria.
Por Betty MilanEzequiel, EZ, 16:6, - ´Quando passei por perto e vi que você se revolvia no seu sangue, eu lhe disse: ´Ainda que você esteja coberta de sangue, fique viva! Sim, ainda que você esteja coberta de sangue, fique viva!`
Por Ezequiel, Antigo TestamentoObadias, OB, 1:6, Como foram saqueados os bens de Esaú! Como foram vasculhados os seus tesouros escondidos!
Por Obadias, Antigo TestamentoO ponto ideal para a efetividade do raciocínio é a felicidade com uma ponta de tristeza – porque na euforia o pensamento se embaralha.
Por António Damásio"Toco a tua boca, com um dedo toco o contorno do tua boca, vou desenhando essa boca como se estivesse saindo da minha mão, como se pela primeira vez a tua boca se entreabrisse e basta-me fechar os olhos para desfazer tudo e recomeçar. Faço nascer, de cada vez, a boca que desejo, a boca que a minha não escolheu e te desenha no rosto, uma boca eleita entre todas, com soberana liberdade eleita por mim para desenhá-la com minha mão em teu rosto e que por um acaso, que não procuro compreender, coincide exatamente com a tua boca que sorri debaixo daquela que a minha mão te desenha. Me olhas, de perto me olhas, cada vez mais de perto e, então, brincamos de cíclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam entre si, sobrepõem-se e os cíclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se nos teus cabelos, acariciar lentamente a profundidade do teu cabelo enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de frangância obscura. E, se nos mordemos, a dor é doce, e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta, e eu te sinto tremular contra mim, como um lua na água."
Por Julio CortázarJoão, JO, 18:11, Mas Jesus disse a Pedro: <J> - Guarde a espada na bainha! Por acaso não beberei o cálice</J> <J>que o Pai me deu?</J>
Por João, Novo Testamento