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Na maioria das vezes as pessoas só notam o que você faz... Quando você deixa de fazer...

Por Eduardo Volpato

Deixei tudo pra traz mas prometi que ia voltar Meu porto seguro é ela me pedindo pra ficar

Por Cacife Clandestino

II Timóteo, 2TM, 2:6, O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos.

Por II Timóteo, Novo Testamento

Atos, AT, 9:34, Pedro lhe disse: - Eneias, Jesus Cristo cura você! Levante-se e arrume a sua cama. Ele imediatamente se levantou.

Por Atos, Novo Testamento

⁠A liberdade de escolha é a essência de toda responsabilidade.

Por Frederick Douglass

Você pode criar tudo o que imaginar.

Por Barbie como Rapunzel

Nossa sorte vai mudar, nosso dia vai chegar e o sol vai iluminar.

Por Barbie e o Castelo de Diamante

O ser humano pode ter muitos amigos, mas amigos autênticos são poucos.

Por Plutarco

⁠Não posso te entregar um homem para matá-lo. A lei não funciona assim.

Por Abaixo de zero (filme)

O homem verdadeiramente humilde não espera encontrar virtude em si mesmo, e quando não a encontra, não se desanima. Ele sabe que qualquer boa obra que poderia fazer é resultado da obra de Deus nele, e se é obra própria sua sabe que não é boa, por melhor que pareça. Quando essa crença se torna parte desse homem, algo que opera como uma espécie de reflexo subconsciente, ele se vê liberto do peso de viver segundo a opinião que tem de si mesmo. Pode descansar e contar com o Espírito para que cumpra a lei moral em seu íntimo. Muda-se o centro de sua vida, do ego para Cristo, que é onde deveria ter estado desde o princípio, e assim se vê livre para servir a sua geração de acordo com a vontade de Deus, sem os milhares de empecilhos que antes tinha. Se um homem assim falha para com Deus de alguma forma, lamenta-o e se arrepende, mas não passa os dias castigando-se a si mesmo por seu fracasso. Dirá com o Irmão Lourenço: "Nunca poderei agir de outra forma se me deixas só; Tu és aquele que deve impedir minha queda e emendar o que é mau", e depois disso "não continuará se torturando pelo acontecido". Quando lemos sobre a vida e os escritos dos santos, é que a falsa humildade mais entra em ação. Lemos Agostinho e percebemos não ter sua inteligência; lemos Bernardo de Claraval e sentimos um calor em seu espírito, que não encontramos em nosso próprio em um grau que sequer se lhe assemelhe; lemos o diário de George Whitefield e temos de confessar que comparados com ele somos simples principiantes, noviços espirituais, e que apesar de nossas "vidas tão supostamente ocupadas" vemos muito pouco ou nada realizado. Lemos as cartas de Samuel Rutherford e sentimos que seu amor por Cristo ultrapassa tanto o nosso, que seria estupidez sequer mencioná-los ao mesmo tempo. É então que a pseudo-humildade começa a trabalhar em nome da autêntica humildade e nos leva até o pó numa confusão de autocompaixão e autocondenação. Nosso amor próprio se volta contra nós mesmos e com grande azedume nos joga em rosto nossa falta de piedade. Sejamos cuidadosos com isso. Aquilo que achamos ser penitência pode facilmente ser uma pervertida forma de inveja e nada mais. É possível que simplesmente estejamos invejando esses poderosos homens, e desanimemos de chegar a ser como eles, imaginando que somos muito santos porque nos sentimos humilhados e desanimados.

Por A. W. Tozer