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Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobra de esperança que cobra nossas atitudes e cobre os nossos medos com lençóis abençoados de coragem. Eu ainda espero as suas sobras de esperança e coragem. Somos imbecis, meu amor. Dois belíssimos imbecis vagando por este mundo que desaba, interpretando os sinais vitais e os eteceteras e tais que a vida nos dá: o amor, por exemplo. Nos escombros, seus ombros feridos ainda me dão aquela esperança. Sim, aquela magnífica e corajosa esperança. Paris, em ruínas, continua iluminada. Às vezes, o destino dá um nó(s). É aí que os nossos caminhos se cruzam.
Por Eu me chamo AntônioZacarias, ZC, 7:2, Ora, o povo de Betel tinha enviado Sarezer, Regém-Meleque e seus companheiros, para suplicarem o favor do Senhor,
Por Zacarias, Antigo TestamentoLevítico, LV, 25:50, Com aquele que o comprou acertará contas desde o ano em que se vendeu a ele até o Ano do Jubileu; o preço da sua venda será segundo o número dos anos, conforme se paga a um trabalhador diarista.
Por Levítico, Antigo TestamentoQueremos que esta operação ocorra sem problemas. Se não… Bem. Usem a imaginação.
Por Céu Vermelho-Sangue (filme)Quando leva seis meses para encontrar um comprador, pensamos: "Deve ter sido um problema de marketing." Mas não é um problema de marketing. O problema é conosco.
Por Camaleões (filme)Ah! Que coisa mais insuportável, a lucidez das pessoas fatigadas! Mil vezes a obtusidade dos que amam, dos que cegam de ciúmes, dos que sentem falta e saudade."
Por Antonio MariaLucas, LC, 21:6, Então Jesus disse: <J> - Vocês estão vendo estas coisas? Virão dias em que não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoPara quem ama, não será a ausência a mais certa, a mais eficaz, a mais intensa, a mais indestrutível, a mais fiel das presenças?
Por Marcel Proust