Veja outros textos inspiradores!

⁠Cada vida contém pontos fulcrais - às vezes acasos do destino, às vezes aparentemente predeterminados - que formam e, eventualmente, cimentam o caminho.

Por Greer Hendricks

Te amar é simplesmente te amar.

Por Voyeur10

A ignorância nunca resolve uma questão.

Por Benjamin Disraeli

É melhor esquecer e sorrir do que recordar e entristecer-se.

Por Christina Rossetti

Como uma marionete, cujos fios se tivessem escapado dos dedos de seu manipulador, após uma morte breve e rígida e num momentâneo embotamento dos sentidos, volta a reanimar-se, volta a entrar em ação, a dançar e a agitar-se, assim corri, como arrastado por um fio mágico, para o tumulto donde há pouco fugira fatigado, desanimado e envelhecido, correndo então elástico, jovem e diligente

Por Herman Hesse

I Samuel, 1SM, 15:14, Mas Samuel perguntou: - Então que balido de ovelhas é este nos meus ouvidos e o mugido de bois que estou escutando?

Por I Samuel, Antigo Testamento

É difícil ser você mesma quando todos estão te pressionando.

Por beatriz souza

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.

Por Amyr Klink

Jó, JÓ, 2:11, Quando três amigos de Jó ouviram que todo este mal havia caído sobre ele, vieram, cada um do seu lugar: Elifaz, o temanita, Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita. Tinham combinado ir juntos condoer-se dele e consolá-lo.

Por Jó, Antigo Testamento

SONETO LXV Se a morte predomina na bravura Do bronze, pedra, terra e imenso mar, Pode sobreviver a formosura, Tendo da flor a força a devastar? Como pode o aroma do verão Deter o forte assédio destes dias, Se portas de aço e duras rochas não Podem vencer do Tempo a tirania? Onde ocultar - meditação atroz - O ouro que o Tempo quer em sua arca? Que mão pode deter seu pé veloz, Ou que beleza o Tempo não demarca? Nenhuma! A menos que este meu amor Em negra tinta guarde o seu fulgor.

Por William Shakespeare