Veja outros textos inspiradores!
COVARDIA (soneto) Se, assim, de novo à minha emoção Tocar, entediante, para o meu amor Hei de revelar-lhe toda a sensação Do coração, sussurrante e com dor Pouco importa se for apenas ilusão Não se faz surdo e cego este rancor Pois bem, dói, não apenas na paixão Nos suspiros, e tão cheios de temor O soneto chora, ai! Sangra, se arruína E, dentro do peito um vazio que arde Fazendo de o amargo poetizar, rotina Sôfrego... Suplicante... e tão aturdido Me vem aquela fragilidade covarde Fazendo o sentimento tão bandido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13 maio, 2025, 05’06” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolProvérbios, PV, 16:27, O desprezível cava o mal, e nos seus lábios há como que fogo ardente.
Por Provérbios, Antigo TestamentoNão há ideia nem fato que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.
Por Fiódor DostoiévskiDocinho, pode não entender agora, mas estou fazendo o que sei ser o certo para você. Então, por favor, não tenha medo e não chore. Não vou machucá-la.
Por Fuja (filme)