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Juízes, JZ, 13:19, Então Manoá pegou um cabrito e uma oferta de cereais e os ofereceu sobre uma rocha ao Senhor Deus. E o Anjo do Senhor fez algo maravilhoso, enquanto Manoá e a sua mulher estavam observando.

Por Juízes, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 9:9, Deixaria eu de castigá-los por estas coisas?` - diz o Senhor. ´Não deveria eu me vingar de uma nação como esta?`

Por Jeremias, Antigo Testamento

O povo que não respeita a criança não respeita a si mesmo e nem respeita o próprio futuro.

Por D. Paulo Evaristo Arns

⁠Há sempre uma relação inversa entre autoridade governamental e liberdade individual.

Por Friedrich Hayek

O amor platónico é uma chave falsa ou uma gazua para poder penetrar na casa alheia sem ser visto.

Por Paolo Mantegazza

⁠Quem tem plano B, nunca acreditou no plano A.

Por Leandro Moreira

Pensar. E se o pensar fosse uma doença, mesmo que dela resulte uma pérola?

Por Vergílio Ferreira

“Quem quiser vencer na vida deve fazer como os sábios: mesmo com a alma partida, ter um sorriso nos lábios.”

Por Dinamor

Afinidade acontece. Um mesmo signo, um mesmo par de sapatos caramelo, um mesmo livro de cabeceira. Afinidade acontece entre seres humanos. A mesma frase dita ao mesmo tempo, o diálogo mudo dos olhares e a certeza das semelhanças entre o que se canta e o que se escreve. Afinação acontece. Um mesmo acorde, um mesmo som, uma mesma harmonia. Afinação acontece entre instrumentos musicais. A mesma nota repetidas vezes, a busca pela perfeição sonora e a certeza das similaridades entre um tom acima e um tom abaixo. A incrível mágica acontece quando os instrumentos musicais descobrem afinidades humanas entre si no mesmo instante em que os seres humanos descobrem afinações musicais dentro deles mesmos.

Por Fernando Anitelli

O Sono O sono que desce sobre mim, O sono mental que desce fisicamente sobre mim, O sono universal que desce individualmente sobre mim — Esse sono Parecerá aos outros o sono de dormir, O sono da vontade de dormir, O sono de ser sono. Mas é mais, mais de dentro, mais de cima: E o sono da soma de todas as desilusões, É o sono da síntese de todas as desesperanças, É o sono de haver mundo comigo lá dentro Sem que eu houvesse contribuído em nada para isso. O sono que desce sobre mim É contudo como todos os sonos. O cansaço tem ao menos brandura, O abatimento tem ao menos sossego, A rendição é ao menos o fim do esforço, O fim é ao menos o já não haver que esperar. Há um som de abrir uma janela, Viro indiferente a cabeça para a esquerda Por sobre o ombro que a sente, Olho pela janela entreaberta: A rapariga do segundo andar de defronte Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém. De quem?, Pergunta a minha indiferença. E tudo isso é sono. Meu Deus, tanto sono! ...

Por Álvaro de Campos