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É um grande engano pensar que o homem mediano só tem paixões medianas.

Por Georges Bernanos

A questão é a distância: ou dá tempo para esquecer uma pessoa ou faz você perceber o quanto precisa dela.

Por Estelle Maskame

Jeremias, JR, 33:24, - Você notou o que esse povo está dizendo? Estão dizendo: ´As duas famílias que o Senhor escolheu, essas ele rejeitou.` Assim desprezam o meu povo, ao ponto de não considerá-lo mais uma nação.

Por Jeremias, Antigo Testamento

O DISCÍPULO Diz um ditado: quando o discípulo esta pronto, o mestre aparece. Pensando nisso, muita gente passa a vida se preparando para tal encontro. Quando cruza com o mestre, se entrega por dias, meses ou anos a fio. Mas descobre que o mestre não é o ser perfeito que imaginou, e sim um homem igual aos outros. Ao se ver diante de uma pessoa cheia de defeitos, o discípulo se sente roubado. Nessa hora, chega o desejo de abandonar a busca. Quando é assim que a coisa funciona, nos deixa livres para criarmos nosso próprio caminho. Pensando dessa forma, Edinilton Lampião deu uma versão para o ditado mágico: quando o discípulo está pronto, o mestre simplesmente some.

Por Paulo Coelho

Sou totalmente responsabilidade de Deus. Não quero de maneira nenhuma, que pensem com isso que sou uma cristã em estágio avançado. Ainda sou uma pecadora que precisa de Jesus a qualquer hora para entregar novamente as rédeas dos selvagens cavalos de minha personalidade.

Por Janice F. Rocha

É a proporção entre nossas representações e a experiência, que assegura a racionalidade dos nossos pensamentos.

Por Olavo de Carvalho

O grande dom da Páscoa é esperança cristã que nos faz ter essa confiança em Deus, em seu triunfo final e na sua bondade e amor que nada pode abalar.

Por Basil Hume

Esdras, ED, 2:69, Segundo os seus recursos, deram para o tesouro da obra meia tonelada de ouro, três toneladas de prata e cem vestes sacerdotais.

Por Esdras, Antigo Testamento

Pensava que escrevia por timidez, por não saber falar, pelas dificuldades de encarar a verdade enquanto ardia, arvorava, arfava. Há muitos que ainda acreditam que começaram a escrever pela covardia de abrir a boca. Nas cartas de amor, por exemplo, eu me declarava para quem gostava pelo papel, e não pela pele, ainda que o caderno seja pele de um figo. O figo, assim como a literatura, é descascado com as unhas, dispensando facas e canivetes. Não sei descascar laranjas e olhos com as unhas, e sim com os dentes. Com as mãos, sei descascar a boca do figo e o figo da boca, mais nada. Acreditei mesmo que escrever era uma fuga, pedra ignorada, silêncio espalhado, um subterfúgio, que não estava assumindo uma atitude e buscava me esconder, me retrair, me diminuir. Mas não. Escrever é queimar o papel de qualquer forma. Desde o princípio, foi a maior coragem, nunca uma desistência, nunca um recuo, e sim avanço e aceitação. Deixar de falar de si para falar como se fosse o outro. Deixar a solidão da voz para fazer letra acompanhada, emendada, uma dependendo da próxima garfada para alongar a respiração. Baixa-se o rosto para levantar o verbo. É necessário mais coragem para escrever do que falar, porque a escrita não depende só de ti. Nasce no momento em que será lida.

Por Fabrício Carpinejar

Números, NM, 15:7, E de vinho para a libação ofereça um litro e meio ao Senhor, em aroma agradável.

Por Números, Antigo Testamento