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Eu ainda lembro do sol sempre aquecido nas minhas costas. De algum modo, ele parece frio agora.
Por EvanescenceVocê está correndo o risco de viver uma vida tão confortável e fácil que vai morrer sem nunca ter alcançado seu pleno potencial.
Por David GogginsGênesis, GN, 30:15, Mas Lia respondeu: - Você acha pouco o fato de ter tomado de mim o marido? Vai tomar também as mandrágoras de meu filho? Raquel respondeu: - Ele poderá ter relações com você esta noite, em troca das mandrágoras de seu filho.
Por Gênesis, Antigo TestamentoTodo mundo tem seus problemas. E eu tive os meus. Só quero o que todo mundo quer. Mas para mim parece que é mais difícil conseguir.
Por Judy: Muito Além do Arco-írisDeuteronômio, DT, 12:27, E ali, sobre o altar do Senhor, seu Deus, vocês oferecerão os seus holocaustos, a carne e o sangue. Derramem o sangue dos seus sacrifícios sobre o altar do Senhor, seu Deus; porém a carne vocês podem comer.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoA vida reparte-se por ciclos, cujas fronteiras são por vezes de uma perturbadora nitidez. Parece, no entanto, ilusório que nos caiba escolher. Talvez a opção tenha sido feita desde o princípio, isto é: talvez haja uma ordem íntima que deva ser cumprida através de uma dessas manifestações, mesmo quando a escolhida se nos afigura incoerente.
Por Fernando NamoraSe desejas partilhar o concerto das bênçãos divinas, ama e serve, sem cogitar de ser amado e sem a expectativa de ver-se servido...
Por EmmanuelAlma Corsária De tanto sono me baixa uma lucidez estranha em que a amendoeira pousa, luminosa, rara, sob o fundo escuro da noite meio baça (cilíndrica, roliça, bizarra) seu vulto verde acocorado sobre a água da piscina que não tem um pensamento. Eu sinto inveja dessas águas anuladas tão plácidas, idênticas ao próprio contorno enquanto eu mesma nem sei onde começo, quando acabo e sofro o assédio de tudo o que me toca. O mundo ora me engole, ora me vara e tudo o que aproxima me desterra. Chorei, ao ver no chão da cela, o botão arrancado na contenda, os óculos pisados do escritor judeu. Tenho um coração que estala com o peteleco das palavras de Clarice. Numa vila miserável na Bahia, um negro lindo, lindo, dança ao som do corisco – e só me apaixono por casos perdidos, homens com um quê de irremediável. Mais de uma vez, imóvel, circunspecta, vi abrir-se a máquina do mundo sob a luz inclinada de Ipanema, na Serra da Bocaina, no meio da floresta, no alto da escada no topo do morro por onde a moça seqüestrada vinha subindo debaixo das lágrimas do pai. Mais de uma vez meu coração trincou feito vidro diante da página impressa, e sempre que a palavra justa vem tirar seu mel de dentro da copa do desespero de amor. Acredito, do fundo das minhas células, que uma amizade sincera “é o único modo de sair da solidão que um espírito tem no corpo”. Sim, eu acredito no corpo. Por tudo isso é que eu me perco em coisas que, nos outros, são migalhas. Por isso navego, sóbria, de olho seco, as madrugadas. Por isso ando pisando em brasas até sobre as folhas de relva, na trilha mais incerta e mais sozinha. Mas se me perguntarem o que é um poeta (Eu daria tudo o que era meu por nada), eu digo. O poeta é uma deformidade.
Por Claudia Roquette-PintoAs palavras, às vezes, feriam segredos e escorregavam pela ladeira abaixo parando lá na delegacia.
Por Conceição Evaristo