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I Reis, 1RS, 18:34, Então disse: - Encham quatro cântaros com água e derramem sobre o holocausto e sobre a lenha. Disse ainda: - Façam isso outra vez. E eles o fizeram. Disse mais: - Façam isso pela terceira vez. E eles o fizeram pela terceira vez.

Por I Reis, Antigo Testamento

Lucas, LC, 2:14, ´Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem.`

Por Lucas, Novo Testamento

Gênesis, GN, 40:19, Dentro de três dias, Faraó vai mandar cortar a sua cabeça e pendurá-lo numa árvore, e as aves comerão a sua carne.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Juízes, JZ, 16:5, Então os governantes dos filisteus foram falar com ela e lhe disseram: - Convença-o a revelar em que consiste a sua grande força e como poderíamos dominá-lo e amarrá-lo, para que assim possamos subjugá-lo. Cada um de nós dará a você mil e cem moedas de prata.

Por Juízes, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 15:9, Porque eu sou o menor dos apóstolos, e nem mesmo sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Gênesis, GN, 20:16, E a Sara ele disse: - Dei mil moedas de prata ao seu irmão, como compensação por tudo o que aconteceu com você; e diante de todos você está justificada.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Tua presença é o que eu mais desejo (...) Eu quero carregar a Tua unção (...) Nunca me senti tão completo

Por Isadora Pompeo

Robin era uma ótima criança. Mais inteligente que o pai aos oito anos de idade. Ela gostava das coisas mais estranhas. Como as instruções para um brinquedo mais do que o próprio brinquedo. Os créditos de um filme em vez do filme. A maneira como alguma coisa foi escrita. Uma expressão no meu rosto. Uma vez ela me disse que eu parecia o sol para ela, por causa do meu cabelo. Perguntei se brilhava como o sol e ela me disse: "Não, papai, você brilha mais como a lua, quando está escuro lá fora".

Por Josh Malerman

Datilografia Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Formo o projeto, aqui isolado, Remoto até de quem eu sou. Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Que náusea da vida! Que abjeção esta regularidade! Que sono este ser assim! Outrora, quando fui outro, eram castelos e cavalarias (Ilustrações, talvez, de qualquer livro de infância), Outrora, quando fui verdadeiro ao meu sonho, Eram grandes passagens do Norte, explícitas de neve, Eram grandes palmares do sul, opulentos de verdes. Outrora... Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Temos todos duas vidas: A verdadeira, que é a que sonhamos na infância, E que continuamos sonhando, adultos, num substrato de névoa; A falsa, que é a que vivemos em convivência com outros, Que é a prática, a útil, Aquela em que acabam por nos meter num caixão. Na outra não há caixões, nem mortes. Há só ilustrações de infância: Grandes livros coloridos, para ver mas não ler; Grandes páginas de cores para recordar mais tarde. Na outra somos nós, Na outra não vivemos; Nesta morremos, que é o que viver quer dizer. Neste momento, pela náusea, vivo só na outra... Mas ao lado, acompanhamento banalmente sinístro, Se, desmeditando, escuto, Ergue a voz o tic-tac estalado das máquinas de escrever.

Por Álvaro de Campos

Seja você mesmo, porque ou somos nós mesmos, ou não somos coisa nenhuma.

Por Monteiro Lobato