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Ezequiel, EZ, 21:27, Ruína! Ruína! A ruínas a reduzirei, e ela já não será, até que venha aquele a quem caberá o julgamento; a ele eu a entregarei.`

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Levítico, LV, 19:8, Quem dele comer levará a sua iniquidade, porque profanou coisa santa do Senhor; por isso, será eliminado do seu povo.

Por Levítico, Antigo Testamento

A tradição acomodou a natureza adaptável da humanidade.

Por Darcie Little Badger

Gênesis, GN, 10:11, Daquela terra ele foi para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir e Calá.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 23:8, Os filhos que lhes nascerem na terceira geração, cada um deles poderá entrar na assembleia do Senhor.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

duas folhas na sandália o outono também quer andar

Por Paulo Leminski

Sinto que o sol há de vir pra me lembrar que existe o dia e ele faz tão bem pra mim.

Por Flora Matos

Prosa Patética Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido. As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono. Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças, Sempre querendo, querendo. Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança Do hálito quente do outro. A voz, o viço. Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão, Expulsar de mim essa Nossa Senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito. Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo, Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora. A mulher que engravida porque gosta de criança. Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: madrugada, mãe, Ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido, E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada, Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja, Neste fim de século sem certezas? Eu quero que a solidão me esqueça.

Por Viviane Mosé

⁠Eu falo muito aqui sobre automelhoria. Os seus looks, a sua atitude. Mas estou começando a pensar que as pessoas que te rodeiam são mais importantes.

Por Ele é Demais (filme)

Quando eu era jovem, de manhã alegrava-me, / de noite chorava; hoje que sou mais velho, / começo duvidoso o meu dia, mas / sagrado e sereno é o seu fim.

Por Friedrich Hölderlin