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Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma bênção escondida; uma bênção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.

Por Paulo Coelho

OFERENDA Do corpo que me oferece particular parte em oferenda, molha, intumesce, cresce... arde, pulsa, treme. Abre suculenta fenda suga, morde, induz. Recebe no rubro sulco o néctar que em mim produz.

Por Marcos Marques

O amor não se confunde com a vida, não é amor verdadeiro; o verdadeiro amor é hábito.

Por Miguel Unamuno

Êxodo, EX, 8:25, Faraó chamou Moisés e Arão e disse: - Vão e ofereçam sacrifícios ao seu Deus, mas sem sair desta terra.

Por Êxodo, Antigo Testamento

O sonho representa a realização de um desejo.

Por Sigmund Freud

Conhecemos as almas uns dos outros e isso é tudo que eu sei sobre família.

Por Vida Erin Zurich

São as coisas que mais amamos que vão nos destruir.

Por Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1

Se O buscássemos mais certamente O conheceríamos muito mais.

Por Janice F. Rocha

O que faz você em mim?! Que eu penso tanto em você. O que faz você em mim?! Que é tão impossível te esquecer. O que faz você em mim?! Se até dormindo, eu sonho com você. O que faz você em mim?! Para ter assim, meu coração. O que faz você em mim?! Se toda vez que te vejo, perco a noção. O que faz você em mim?! Que me leva até o céu. O que faz você em mim?! Para eu tanto te desejar.

Por Grazy Amstalden

Saudades De quem é esta saudade que meus silêncios invade, que de tão longe me vem? (trecho in "Velha poesia", 1965.)

Por Gilka Machado