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Droga pessoa idiota, agora aguenta. Ninguém mandou achar que era dono do mundo e nada podia acontecer.

Por Hamlet

Os problemas filosóficos surgem quando a linguagem sai de férias.

Por Ludwig Wittgenstein

Quando se fala com uma mulher o mais importante é a sinceridade, entendeu? Você tem que ser capaz de fingir sinceridade!

Por Charlie Sheen

Ted: Esquecer? Eu nunca esquecerei. Nunca vou deixar de me arrepender, porque nosso namoro era muito importante. Esperava que fosse para você também. Victoria: Está brincando? Eu amava você. Ted: Amava? Victoria: Sim. Passamos ótimos momentos juntos. Lembra de quando achamos uma fita do Barney? Ted: A noite de jogos. Jogamos o jogo ridículo que o Marshall inventou. Victoria: Jogo do Marshall. Ted: É. Ainda jogamos e eu continuo sem entender. Victoria: Lembra de quando nos conhecemos? Ted: Lembro que você não me deixava beijá-la. Victoria: Lembra do motivo? Ted: Você tinha uma ideia ridícula de que o momento que levava ao beijo... Victoria: O rufar dos tambores. Ted: É tão bom quanto o beijo. Victoria: E não é? Ted: Com certeza é mais inocente. Victoria: Não é perigoso. Ted: Nem um pouco.

Por How I Met Your Mother

Deus não me deu Neston e Pampers, Não me quis universitário, Deu uma mãe faxineira pra eu ser REVOLUCIONÁRIO.

Por Facção Central

Em primeiro lugar, vou dizer tudo que está em minha cabeça. Estou cansado e irritado de como as coisas tem sido Em segundo lugar, não me diga o que você acha que eu poderia ser. Eu estou sozinho na minha vela, sou o mestre do meu mar Em terceiro lugar, faça uma oração para os que estão lá em cima. Todo o ódio recebido transformou seu espírito em uma pomba, seu espírito se elevou

Por Imagine Dragons

Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado). O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela? O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava. O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978. Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo. Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor. Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.

Por Antonio Prata

– Não sei qual é a minha culpa mas peço perdão. – A luz do farol revelou-os tão rapidamente que não se puderam ver. – Peço perdão por não ser uma “estrela” ou “o mar” – disse irônico – ou por não ser alguma coisa que se dá, disse corando. Peço perdão por não saber me dar nem a mim mesmo – até agora só me pediram bondade – mas nunca que eu... – para me dar desse modo eu perderia minha vida se fosse preciso – mas peço de novo perdão, Lucrécia: não sei perder minha vida.

Por Clarice Lispector

Provérbios, PV, 10:26, Como vinagre para os dentes e fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o enviam.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Atos, AT, 12:11, Então Pedro, caindo em si, disse: - Agora sei que, de fato, o Senhor enviou o seu anjo e me livrou da mão de Herodes e de toda a expectativa do povo judeu.

Por Atos, Novo Testamento