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Me avise se houver algo que eu possa fazer por você. Não esqueça que sempre estarei do seu lado.

Por Consumidas pelo Fogo (série)

Isaías, IS, 42:10, Cantem ao Senhor um cântico novo! Que ele seja louvado desde os confins da terra pelos que navegam no mar, por todas as criaturas que vivem nele, e pelas terras do mar e os seus moradores.

Por Isaías, Antigo Testamento

A pólvora permaneceu tão inofensiva quanto areia, porque nenhum fogo chegou perto para a fazer explodir. O Morro dos Ventos Uivantes - pág.86

Por Emily Brontë

⁠Você não pensaria que poderia matar um oceano, não é? Mas faremos isso um dia. Somos assim tão negligentes.

Por Ian Rankin

Não consigo acordar e suar, Porque não acabou ainda, Ainda dançando com seus demônios, Vítima de sua própria criação. Além da vontade de lutar, Onde tudo o que há de errado está certo Onde o ódio não precisa de uma razão Repugnando o suícidio

Por Avenged Sevenfold

O Contrário do Amor O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Por Martha Medeiros

Paixão igual nunca senti, Saudade igual nunca sofri E de repente percebi, Que a vida é nada sem você Em prosa e verso já chorei E a solidão eu já paguei Ao universo implorei Quero você

Por Almir Guineto

Oséias, OS, 14:4, ´Vou curar a rebeldia deles. Vou amá-los de boa vontade, porque a minha ira se afastou deles.

Por Oséias, Antigo Testamento

Todos os dias me levanto sabendo que quanto mais pessoas eu salvar, mais inimigos eu farei.

Por Homem-Aranha

Crescemos e aprendemos de verdade nas adversidades. O ser humano se acomoda quando as coisas vão bem. Se você souber aprender com o fracasso, encontrará mais facilmente o caminho que te levará ao sucesso.

Por Carlos Domingos