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João, JO, 8:10, Levantando-se, Jesus perguntou a ela: <J> - Mulher, onde estão eles? Ninguém condenou você?</J>

Por João, Novo Testamento

Me dá um beijo na boca , e depois me leva pra tua casa

Por Armandinho

Uma árvore está quieta, murcha, desprezada. Mas se o poeta a levanta pelos cabelos e lhe sopra os dedos, ela volta a empertigar-se, renovada. E tu, que não sabias o segredo, perdes a vaidade. Fora de ti há o mundo e nele há tudo que em ti não cabe. Homem, até o barro tem poesia! Olha as coisas com humildade.

Por Fernando Namora

Você não pode negociar com seu estresse. Quando você está no modo de luta ou fuga, a amígdala assume. A amígdala é uma parte pré-verbal antiga do cérebro. É por isso que não funciona quando você simplesmente diz a si mesmo para relaxar (ou pior, quando alguém lhe disser para relaxar). A parte de você estressada não entende o idioma. Em vez disso, temos que mudar o corpo fisicamente ou quimicamente.

Por Emily Fletcher

E na parede do meu quarto ainda esta o seu retrato.

Por Tim Maia

Amor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.

Por Artur da Távola

Você só precisa ficar acordado. Prestar atenção, aprender. Consegue fazer isso?

Por A Vingança das Juanas (série)

E eu nunca me orgulhei dessa vida, Mas minha saída é essa Mas eu sempre vou andar na linha, Mesmo ela não sendo reta

Por KayBlack

Deuteronômio, DT, 27:8, Nessas pedras, escrevam, de forma bem nítida, todas as palavras desta lei.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

⁠Você já sabe que história quer contar. Só quer ter coragem de fazer isso, certo?

Por Fidelidade (série)